Anitta coloca sua arte a serviço da libertação feminina em novo álbum

Versions of me, novo álbum da cantora, causou polêmica nas redes sociais, principalmente devido à capa

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Atualizado em 29.04.22

Anitta

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Em 13.04.22 às 14:58

Ao anunciar o lançamento do seu álbum na terça-feira (12), Anitta comenta sobre toda a produção desse novo projeto, além de falar sobre o momento que está vivendo como artista e empresária.

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Em entrevista ao jornal O Globo, revela: “Eu coloco minha arte a serviço da libertação feminina”. Isso fica evidente não só por suas declarações nas redes sociais, mas também no Versions of me, em que falar abertamente sobre sexo é pauta principal.

Anitta revela que o sexo faz parte da vida e é natural que também seja representado na arte. Desse modo, tratar com naturalidade esse assunto, sem sentir vergonha, é um ato para inspirar outras mulheres a se libertarem do sexismo e da opressão.

Além de conter o single Envolver, música que a fez conquistar o título de única brasileira a chegar no topo do Top 5 do Spotify Global, muitas das faixas do álbum contam com feat de outros ídolos da música. A estratégia da cantora é de alcançar maior público, tanto norte-americano quanto latino e brasileiro, por isso suas músicas são cantadas em inglês, espanhol e português.

O que chama a atenção para o álbum é o grupo de peso que a Anitta convidou para colaborar nesse novo projeto. Nomes como Cardi B., Khalid e Ty Dolla $ign estão presentes nas músicas, além dos brasileiros Kevin O Chris, Papatinho e vocal de Mr. Catra, que retoma o início da carreira da cantora no funk.

A cantora declara que trabalhou na produção do álbum durante três anos para depois ser lançado. Toda dedicação foi reconhecida, porém também recebeu algumas críticas principalmente a respeito da capa do álbum. A respeito dessa repercussão, afirma em seu OnlyFans: “Quem não gostou, paciência”.