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Como montar um salão de beleza e ter um negócio de sucesso

Definir e conhecer as particularidades do seu público-alvo é essencial tanto para o planejamento inicial como para o dia a dia de trabalho

em 21/03/2017

Foto: iStock

Atualmente, as vantagens de se abrir um salão de beleza são cada vez mais promissoras, especialmente para quem já trabalha com beleza – seja como funcionária, seja como autônoma.

Davi Andrade, CEO da Bússola do Empreendedor, comenta que abrir um negócio em uma área em que já se atua traz como vantagens imediatas conhecer a operação do negócio, fornecedores e até clientes. “É claro que só isso não é garantia de sucesso, mas é um bom ponto de partida, pois, entender da área de atuação do negócio economiza muito tempo de pesquisa e capacitação para conhecer as atividades a serem desenvolvidas”, diz.

Mas isso não significa que quem ainda não trabalhe com beleza não possa apostar neste ramo, desde, é claro, que exista planejamento.

Juliana Albanez, personal e professional coach, palestrante e jornalista, especialista em Comportamento, Comunicação, Vendas e Pitch, afirma que, independentemente da área escolhida dentro de um salão, é inegável a fonte inesgotável de novidades. “E um fator muito importante relacionado ao Brasil, é que este é um setor que não conhece crise, que se adapta ao seu cliente com facilidade, seja o pequeno empreendedor até as grandes redes”, diz.

“O setor de beleza é o que mais cresce no país, que pega carona no mundo dos cosméticos e que oferece qualidade, serviços novos a cada dia e uma certa identificação com seu público, já que nós, brasileiros, somos bastante ligados à estética e beleza”, acrescenta Juliana.

Porém, abrir um salão e deixar, por exemplo, de trabalhar como funcionária ou sem lugar fixo, também tem suas desvantagens.

“Os riscos que envolvem a montagem de um salão de beleza são iguais ao de qualquer outro negócio. É preciso mudar o modelo mental de empregado para empregador e assumir uma postura empreendedora. Em vez de uma visão operacional, o(a) empreendedor(a) que resolver trocar o emprego fixo por um negócio próprio deverá desenvolver uma visão estratégica”, destaca Andrade.

“Na grande maioria dos casos, é necessário que ele(a) invista no seu autodesenvolvimento para que seja capaz de atingir os objetivos e metas que deseja para o seu negócio”, acrescenta o CEO da Bússola do Empreendedor.

Para Juliana, a maior desvantagem de se abrir um salão é a pessoa estar à frente de seus negócios, ou seja, ser um empreendedor. “Ser empreendedor não é nada fácil, não existe romantismo. É abrir mão muitas vezes da estabilidade, do salário fixo, dos fins de semana em casa e de uma vida com maior rotina. Abrir um novo negócio, independente de ser um salão ou não, é empreender, e empreender é estar na vitrine, correr riscos, estar exposto, ter por vocação a melhoria contínua, além de conhecimento do negócio e de seu público alvo”, destaca.

O seu espaço: o que considerar

Está pensando em abrir um salão de beleza? Planejamento é fundamental! Atente-se às dicas abaixo e saiba como pensar a localização e o interior do salão, entre outros pontos importantes.

1. Localização

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Pense em instalar seu salão em um ponto estratégico, de acordo com seus objetivos. O ideal é procurar uma região onde não existam outros salões próximos.

É importante também pensar na questão de estacionamento. Se o salão não tiver espaço para isso, certifique-se, pelo menos, de que há locais na rua para estacionar por perto.

2. Legalização e adequações do imóvel

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Andrade destaca que, antes de assinar qualquer contrato de locação ou compra de um imóvel para abrigar um salão, a pessoa deve se preocupar com as questões legais e fiscais do imóvel, ou seja, se o imóvel está devidamente legalizado e se a Prefeitura autoriza seu uso para aquela atividade.

“É bom também consultar os órgãos de Inspeção Sanitária para saber se haverá alguma necessidade de adequação das instalações, pois isso poderá gerar gastos com obras não orçados nos planos iniciais”, explica o CEO.

Andrade acrescenta que é preciso se atentar às instalações elétricas e hidráulicas, pois precisam atender às necessidades operacionais do salão.

3. Serviços

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A arquiteta Taciana Leme destaca que, antes de escolher o imóvel, é importante ter em mente quais os serviços que se pretende oferecer, pois o salão de beleza tem um leque enorme de possibilidades.

Andrade reforça que é preciso planejar qual será o “layout” básico do salão, quantas pessoas irão trabalhar, quais serão suas atividades, se haverá espaço reservado para os clientes esperarem, balcão de atendimento, se haverá venda de produtos, inclusive café e outras bebidas, etc.

“É preciso que tudo isso esteja previsto em um bom plano de negócios e que seja observado na hora de escolher um imóvel para que se evite obras ou adequações pouco funcionais. Uma boa dica é conseguir uma planta baixa do imóvel pretendido para que, com a devida atenção, seja possível visualizar todos os móveis, equipamentos e áreas de circulação necessárias.”, diz.

4. Espaço para operação de cada serviço

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Definidos os serviços que serão oferecidos, Taciana destaca que é importante saber qual a metragem mínima necessária para a operação de cada um deles. “Isto definirá a quantidade de clientes que poderá ter por período, o que, por sua vez, determina o espaço de recepção e espera”, diz.

Os principais serviços de salão e suas principais orientações físicas, de acordo com a arquiteta Taciana, são:

Cabelo (corte, penteado e química): ideal um piso com alta resistência à abrasão (pois os cabelos riscam o piso), de fácil limpeza e que possa ser molhado por causa dos lavatórios. Iluminação difusa e frontal (sobre ou nas laterais do espelho) para evitar pontos de sombra no rosto e a cliente possa se ver bem.

Bancada de apoio e carrinho para os produtos, materiais e equipamentos de uso do profissional. Pontos de tomada de 220 V, pois os equipamentos são todos nesta voltagem.

Para o lavatório, é importante deixar os pontos de esgoto, água e elétrica também já prontos no piso, conforme recomendação do fabricante, para evitar entupimentos e tubulações aparentes.

Maquiagem e designer de sobrancelhas: um bom espelho, com iluminação difusa e frontal (sobre ou nas laterais do espelho) para evitar pontos de sombra no rosto. Bancada para produtos e uma cadeira específica para estas finalidades.

Depilação e estética: é importante que o ambiente seja aconchegante, pois alguns destes serviços têm um processo mais longo. O ideal é que se tenha uma iluminação difusa e outra indireta separadamente.

Bancada para apoiar equipamentos e produtos e armários para armazenar toalhas, produtos e descartáveis.

Manicure e Pedicure: é importante um local com dreno para instalação da autoclave que faz a esterilização de todo material. A iluminação difusa deve ser combinada com a iluminação direta sobre a mesa de trabalho. No caso de poltronas, pode-se utilizar arandelas para iluminação direta.

Copa: ter uma copa para funcionários é muito importante, inclusive para manter o salão organizado.

Recepção e espera: a recepção deve ter espaço para computador e demais equipamentos utilizados para marcar horários e fazer cobrança, de maneira geral.

A espera deve ter assentos confortáveis, além de TV , revistas e um espaço com água e café, para que o cliente se distraia enquanto aguarda ser atendido. Nestes ambientes a iluminação pode ser difusa e indireta.

A identidade do salão: as principais orientações

A identidade de qualquer negócio é fundamental para que ele seja reconhecido e diferenciado em meio aos seus concorrentes. Neste sentido, confira as principais dicas dos especialistas:

1. Conte com ajuda profissional para criar a identidade visual

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Sempre que possível, o recomendável é procurar ajuda na hora de definir sua identidade visual, conforme Andrade. “Buscar conhecimento técnico para lhe ajudar na escolha de um padrão de cores para a marca e para o ambiente, escolher um nome que se diferencie e um logotipo que chame a atenção do público e traduza, em apenas uma imagem, a sua atividade”, diz.

Taciana comenta que, em relação ao estilo, vai depender muito da intenção do proprietário, afinal, hoje os salões têm os mais variados estilos e isso é muito bom. “O importante é que tudo esteja, além de belo, de acordo com a função de cada ambiente. Sempre aconselho meus clientes nesta área, antes de começarmos o projeto, que procurem um profissional para criar a identidade visual e a marca de acordo com o que ele deseja, para que, em cima disso, o projeto de arquitetura e decoração seja desenvolvido. Desta forma, temos uma linguagem única e harmônica entre marca e espaço”, destaca a arquiteta.

Davi Andrade reforça que todo o interior do salão precisa estar alinhado com a identidade visual da marca. “Cores e móveis devem seguir o mesmo padrão da identidade da marca, por exemplo, se sua marca traz apenas tons de azul, não faz muito sentido que os móveis, como cadeiras, sofás e balcões sejam vermelhos”, exemplifica.

2. Pense no seu público

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“Algumas pessoas acham que tudo começa pelo nome, mas, na verdade, tudo começa pela definição do público e produtos que irá oferecer, afinal o nome terá que estar ligado a eles e a como pretende-se que o negócio seja reconhecido.”, explica.

Juliana ressalta que as cores, o nome, a frente do espaço, o uniforme, a papelaria, são detalhes que compõe essa identidade visual. “O primeiro passo é você entender o lugar que está situado seu salão, quais são os hábitos, uma ‘fotografia do ambiente’ é muito importante. Porque aí sim, você terá uma boa análise de quem é seu cliente número um, aquele que está mais próximo de você”, diz.

Com esses dados, acrescenta Juliana, o próximo passo é traçar um bom planejamento. “Entender este cliente e, assim, criar algo especial e que o atenda”, orienta.

3. Planeje e mantenha o foco

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Juliana ressalta que identidade é sempre construída a longo prazo, por isso os passos devem ser bem pensados, e não vale apostar em uma cor hoje e, no semestre seguinte, promover uma mudança total.

“O que você quer promover a seu cliente? Sofisticação, poder, alegria, praticidade ou preço acessível? Para todas essas sensações existem cores, letras, designs que atingem em cheio o que o empreendedor pretende levar ao cliente depois de um bom planejamento”, esclarece Juliana.

4. Pense em oferecer uma experiência agradável ao seu cliente

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Ainda dentro do conceito de identidade, é interessante pensar na experiência que você vai (ou pelo menos pretende) proporcionar aos seus clientes.

Juliana comenta que, antes de qualquer coisa, ir a um salão é “se dar um presente”, um momento de relaxamento e bem-estar, é uma jornada e uma jornada deve ser única. “E o que é essa jornada quando falamos de salão de beleza? É oferecer uma experiência a seu cliente, ativando seus sentidos. Na estética, preocupamos em ativar esses sentidos quando falamos de beleza, e assim, deve ser oferecido um ambiente acolhedor, com cores que identificam seu negócio” (visão), diz.

A professional coach acrescenta que a música deve estar em sintonia com o público-alvo, oferecendo relaxamento ou descontração (audição). “O cheiro deve ser marcante (é impressionante o poder do cheiro na hora de uma avaliação do cliente em ramo de beleza), um óleo essencial, uma sensação agradável ao chegar ao ambiente favorece muito bem o olfato, assim como um bolinho, um chá, um café, um chocolate quente é fundamental para quem quer levar o melhor a seu cliente”, explica.

Mas, um dos itens mais importantes em um salão, de acordo com Juliana, é o tato. “Um toque suave na hora de lavar os cabelos, escovar, pintar, ajuda – e muito – a promover uma experiência única. Em ramo de salão de beleza, falamos sempre que você ganha um cliente no detalhe: na hora de lavar um cabelo, ofereça um toque agradável, um relaxamento. No serviço de manicure, que tal um creme para os pés e mãos e um toque macio? Seu cliente deve sair de seu salão com os cinco sentidos ativados, e assim será uma experiência inesquecível”, orienta.

Suas ferramentas

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Juliana explica que os equipamentos necessários para se abrir um salão vão depender muito do tipo de salão. “Pode parecer que não, mas existe uma infinidade de opções: salões infantis, femininos, masculinos, mistos e hoje, além de uma boa ilha para manicures, wash hair, espaço para noivas e outros segmentos… E você deve estar antenado ao momento, pensar no que as pessoas estão buscando”, diz.

“Por mais simples que seja o salão, a relação de equipamentos é extensa e precisa ser detalhada no plano de negócios, além de orçada antes de tirar a ideia do papel. Cadeiras, secadores, bancadas para lavar cabelo, são itens óbvios, contudo, existem vários itens que não são lembrados com tanta facilidade. Para não correr o risco de esquecer-se de algo, o melhor é consultar um ou mais profissionais das áreas (por exemplo, cabeleireiros, manicures, designer de sobrancelhas) que terá no salão e relacionar todos os equipamentos e utensílios que precisam para executar suas atividades”, orienta Andrade.

Equipe: como definir a sua

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Como se decidir em relação a ter ou não uma equipe no salão de beleza? Quais profissionais contratar para começar oferecendo um bom atendimento às clientes? Essas podem ser algumas das dúvidas de quem está abrindo seu negócio. Confira as principais dicas dos especialistas neste sentido:

1. Evite dissabores em relação à legislação trabalhista

Andrade alerta que a pessoa que vai abrir seu negócio deve sempre observar as limitações da legislação trabalhista para evitar dissabores com multas e indenizações: “Muito cuidado na hora de contratar pessoas sem vínculo empregatício! Consulte um contador para não ter surpresas”, diz.

2. Comece pelo básico se necessário

O grande dilema de ter uma equipe fixa se deve a adicionar um custo fixo sem a garantia de ter clientela suficiente para mantê-lo. “Normalmente, a maioria dos profissionais de salão têm uma carteira de clientes que os acompanha, nesses casos, é possível que o custo para manter esse profissional seja um pouco maior que outros que não têm carteira de clientes, mas, via de regra, essa diferença compensa, principalmente para os salões que estão iniciando suas atividades”, comenta Andrade.

O ideal, de acordo com o CEO, é que, dependendo do valor a ser investido, se comece pelo básico, contratando apenas profissionais para aqueles serviços essenciais, como cabeleireiro(a) e manicure. “O passo seguinte é identificar junto aos clientes o que eles necessitam além desse ‘básico’, como maquiagem, limpeza ou hidratação de pele, depilação. Tudo já deve estar previsto no seu plano de negócios, apenas a operação é adiada, caso o capital inicial não permita o início das atividades a todo vapor”, orienta.

3. Invista em treinamento

“É bom lembrar que, assim como o(a) empreendedor(a) investiu no seu autodesenvolvimento, é preciso investir no treinamento da equipe, seja no aprimoramento técnico ou na melhoria do atendimento aos clientes”, destaca Andrade.

4. Não ache que dá para fazer tudo sozinho

Juliana comenta que empreender é pensar onde você quer estar daqui a 1 ano, 2, 5 ou 10 anos. “Empreender é assumir riscos com sabedoria. E quando falamos em empreender em um salão, falamos dessa visão estratégica relacionada à equipe também. É muito difícil crescer sendo apenas uma pessoa. É muito difícil estar onde você é fundamental (no caso, executando os serviços) se você ainda tem que fazer o caixa, lavar, escovar, fazer o café, escolher as músicas e atender bem o cliente”, diz.

Portanto, ter uma boa equipe é fundamental. “Não precisa ser grande, mas ela deve deixar você aberto a estar onde realmente você é fundamental, criando foco no negócio. Se você quer gerenciar, abrir um negócio, mas não conhece a fundo os processos da beleza, deve contratar desde um tinturista, cabeleireiro, manicure, até manobrista muitas vezes (quando falamos de grandes centros). Se você já conhece os processos, já fez cursos, já é um profissional, é escolher com cautela alguém para te auxiliar, mas com olho atento da sua supervisão que conhece bem como deve ser o serviço de um bom salão”, explica a personal e professional coach.

Atrativos extras

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O sucesso do seu salão não será determinado somente pela localização dele ou, por exemplo, pela boa equipe que você formou… Embora estes sejam pontos importantíssimos, a verdade é que o sucesso do negócio será determinado por um conjunto de fatores, que inclui coisas básicas, como, por exemplo, colocar revistas à disposição dos clientes que estão esperando para serem atendidos e ter um bom relacionamento com o público por meio das redes sociais.

Neste sentido, confira dicas extras que podem ajudar o seu novo salão a agradar ao público e ter muito sucesso:

Capriche no atendimento: “para ter um salão de beleza de sucesso, é preciso entender que você oferece serviço, e não produto, e esse serviço deve ser de boa qualidade, deve ser uma experiência única”, orienta Juliana.

Tenha alguma distração para a sala de espera: por mais simples que esta atitude pareça, faz toda a diferença. Taciana lembra que colocar assentos confortáveis, TV, revistas e um espaço com água e café, para que o cliente se distraia enquanto aguarda ser atendido, é muito importante.

Divulgue: Andrade explica que toda estratégia de divulgação tem uma regra básica: nunca explorar apenas um canal de comunicação. Não se pode basear toda sua divulgação em apenas uma rede social e também não é possível ficar apenas no meio digital. “Como essa não é a atividade fim do salão, o melhor é contratar um profissional ou empresa de marketing para ajudar a definir a melhor estratégia de divulgação, além de acompanhar os resultados das ‘campanhas’, mas, de modo geral, ter um website, uma página profissional em algumas redes sociais (mínimo de duas) e algum investimento em ‘SEO’ e marketing de conteúdo é considerado o básico para que o salão tenha uma presença online que possa ajudar a trazer mais clientes”, diz.

Invista na fidelização do cliente: Andrade recomenda investir em promoções e serviços diferenciados que façam com que os clientes retornem e tragam outros mais. “Mais uma vez o perfil do público é determinante. Uma promoção que pode ser bem aceita por um determinado público, pode ser encarada como apelo ou desvalorização por outro. Muita atenção com a linguagem com a qual irá se comunicar com seu público. Conhecer bem o seu público-alvo é fundamental para ser assertivo na hora de falar com ele”, lembra.

Esteja de olho nas novidades: Juliana destaca a importância de estar sempre atenta às novidades, até mesmo por este ser um setor de muita criatividade e tecnologia e, por isso, estar em constante mudança.

Aproxime-se do cliente: Juliana ressalta que canais abertos aproximam o salão do cliente. “É bom lembrar que você não precisa estar em todos os canais (Facebook, Instagram, Snap, Whatsapp), mas onde estiver, esteja bem, responda o cliente e se mostre vivo!”, destaca.

Trabalhe com transparência: Juliana destaca que uma boa abordagem, prospecção, com informações consistentes sobre os serviços, com transparência e clareza, oferece segurança ao cliente.

A personal e professional coach finaliza: não se esqueça de cuidar do pós-venda. “Quando oferecemos beleza e bem-estar, com conhecimento profundo sobre os processos, técnicas de beleza, e ainda assim em um ambiente bonito, acolhedor e agradável, a satisfação é garantida e o cliente volta com prazer”, destaca.

Agora você tem as principais orientações para montar um salão de beleza. Acredite no seu sonho, mas faça isso com planejamento e pés nos chãos, cercando-se de profissionais competentes que possam te ajudar nas diferentes etapas da construção do seu negócio e no trabalho do dia a dia.

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