Bem-estar

7 dicas para trabalhar a inteligência emocional no seu dia a dia

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    Desenvolver a inteligência emocional é essencial para lidar com situações rotineiras, desde um diálogo com amigos até a convivência com os colegas de trabalho. O ideal seria fazer isso desde a infância, mas é possível trabalhá-la na vida adulta para melhorar sua saúde mental. Confira mais detalhes sobre o assunto, explicados pela psicóloga Aline Cristina (CRP/SP 06/110084):

    O que é a inteligência emocional

    Segundo Aline, “a inteligência emocional se refere a habilidade de reconhecer, entender e lidar com as emoções – tanto a sua, como a dos outros. Combinado a isto, também está relacionado aos comportamentos e atitudes adotadas para lidar com as situações vivenciadas.”

    “É importante para que seja possível reconhecer os próprios sentimentos, respeitar seus limites, assim como também reconhecer e identificar as emoções das pessoas com quem se convive. Ajuda a gerenciar o tempo, a capacidade de tomada de decisão e habilidade de comunicação.” Complementou a psicóloga.

    7 benefícios da inteligência emocional que justificam desenvolvê-la

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    Aline citou sete benefícios de trabalhar a inteligência emocional. Confira agora quais são eles:

    • Melhora da relação interpessoal (não só no trabalho, como em outras áreas sociais);
    • Ter equilíbrio emocional diante de situações novas ou que causem algum desconforto;
    • Diminuição da ansiedade e do estresse (principalmente no trabalho);
    • Clareza da construção de objetivos e metas;
    • Foco e determinação para a realização de objetivos e metas;
    • Melhor administração do tempo;
    • Respeito a si mesmo e aos outros.

    Você imaginava que a inteligência emocional pudesse te ajudar tanto? Continue a leitura para conhecer quais são seus pilares e o que você pode fazer para desenvolvê-la.

    Os pilares da inteligência emocional que você precisa conhecer

    A psicóloga comentou brevemente sobre os cinco pilares da inteligência emocional. Confira abaixo o que significa cada um deles:

    Reconhecer as próprias emoções

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    De acordo com Aline, “é importante que cada um possa reconhecer a suas próprias emoções. Saber identificá-las e nomeá-las, bem como a situação em que elas acontecem.”

    Controlar emoções

    “Ter o controle das próprias emoções, buscando o equilíbrio, para que possa agir de forma mais apropriada em cada situação vivenciada” é um dos pilares da inteligência emocional, explicou a psicóloga.

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    Automotivação

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    Aline comentou que a automotivação envolve “buscar o que sente diante dos estímulos (externos e internos), analisando como isto influência para que possa atingir uma meta.”

    Empatia

    “Aprender a se colocar no lugar do outro, reconhecendo as emoções das pessoas com quem se relaciona, bem como os seus comportamentos” é essencial para desenvolver a inteligência emocional, comentou a psicóloga.

    Saber se relacionar

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    A psicóloga comentou que esse pilar “refere-se à capacidade de conviver em grupo, interagindo com as emoções dos outros.”

    Conhecendo os cinco pilares da inteligência emocional você estará pronta para começar a aplicá-la em seu dia a dia. Siga a leitura para saber como desenvolvê-la.

    Inteligência emocional no trabalho

    A psicóloga ressaltou que a maioria dos ambientes de trabalho é estressante, por isso é importante ter equilíbrio emocional. “Para um líder, a inteligência emocional é essencial, pois contribui para que ele possa conduzir uma equipe ou uma empresa de maneira mais eficiente, principalmente em situações conflituosas. Possuindo esta habilidade, é possível que avalie os fatos, busque soluções e passe segurança para a sua equipe.” Complementou.

    Ela também citou que a habilidade pode ser trabalhada mesmo quando você não ocupa um cargo de liderança. “Quando os trabalhadores possuem inteligência emocional, o ambiente fica mais agradável. Os problemas podem ser discutidos de modo saudável, em prol de um resultado positivo.” Finalizou.

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    Como desenvolver a inteligência emocional

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    A inteligência emocional é essencial para a convivência com outras pessoas se tornar mais leve e simples. Assim, Aline trouxe dicas para você trabalhá-la diariamente:

    • Anote suas emoções: “anote cada emoção e o momento em que elas acontecem. Isso ajudará a identificar, reconhecer e nomear o que sente.” Citou Aline.
    • Respeite seu tempo: a psicóloga relembra que “este é um processo de autoconhecimento e autorreflexão e algumas pessoas apresentam mais dificuldades do que as outras para reconhecer as próprias emoções, por isso, respeite seu tempo e não se cobre tanto.”
    • Lembre que toda emoção é válida: segundo Aline, “não existe sentimento menos ou mais importante. Todos devem ser considerados.”
    • Relaxe um pouco: “praticar atividades de relaxamento para desacelerar e poder realizar as atividades com mais consciência e foco.” Explicou a psicóloga.
    • Ouça e observe mais: Aline comentou que “é preciso trabalhar a capacidade de ouvir e observar, para entender as emoções das pessoas a sua volta.”
    • Reflexão e autoconhecimento: “a melhor forma de identificar emoções é se permitir refletir e se conhecer melhor. Busque por atividades que foquem em você e no que sente naquele momento, como a meditação.” Comentou Aline.
    • Converse e compartilhe suas emoções: a psicóloga ressalta que “além de entender o que sente, é preciso estar disposto a conversar e compartilhar seus sentimentos com as pessoas com quem convive. Conversar sobre o tema para compreender também como o outro se sente diante das situações.”

    Você conseguiu perceber o quanto a inteligência emocional é importante em todas as suas relações? Desde a convivência com a família e amigos até mesmo no trabalho. Agora, confira também a matéria sobre controle emocional.

    As informações contidas nesta página têm caráter meramente informativo. Elas não substituem o aconselhamento e acompanhamentos de médicos, nutricionistas, psicólogos, profissionais de educação física e outros especialistas.

    Escritora com 8 livros publicados e apresentadora de um programa de rádio sobre literatura nacional, o Capivaras Leitoras. Ama ler, viajar e passar um tempo com a Buffy, sua cachorrinha vira-lata.