14 negócios fáceis para empreender individualmente

Empreender exige muito esforço e dedicação, mas pode trazer resultados muito positivos! Confira dicas para alcançar o sucesso no negócio

Escrito por Karina Azevedo
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Sempre sonhou em abrir o seu próprio negócio? Pode ser que você esteja sem trabalhar e quer começar agora a fazer seu próprio dinheiro. Pode ser que você não esteja mais feliz com o seu trabalho atual e quer mudar de ares para algo que goste de fazer. Independente do motivo, buscar um empreendimento individual pode ser um bom caminho para quem quer começar seu próprio negócio.

Para tornar-se empreendedor, é preciso ter confiança no seu negócio e estar pronto para buscar o sucesso por um caminho que nem sempre é fácil.

“Existem algumas características que são atribuídas aos empreendedores de sucesso. Dentre estas características, destaco a capacidade do empreendedor de estabelecer meta e a persistência. Além destas, é importante que o empreendedor goste do ramo de atividade em que pretende iniciar o negócio”, conta Maria Alice Alves Moreira, gerente regional do Sebrae-SP, Capital Leste.

Empreender individualmente é mais simples que começar uma empresa propriamente dita – ainda que seja de pequeno porte. Isso porque o MEI (microempreendedor individual) exige menos burocracias para ser legalizado, representa menor custo em impostos e não necessita da contratação de funcionários, aluguel de grandes pontos comerciais ou complexas manobras operacionais. Tudo pode ser feito apenas por você e, em alguns casos, na sua própria casa!

Porém, empreender é sempre um desafio. Ainda que as chances de alcançar o sucesso sejam fortes, é preciso estar preparado para obstáculos no caminho. “O ‘não’: esta será a palavra mais ouvida. O empreendedor precisa prospectar um alto volume de clientes, tomar vários ‘nãos’ e, com isso, fazer uma manutenção da sua argumentação para aumentar o número de ‘sims’. Mas, isso só vai acontecer com o tempo, depois de muita persistência”, lembra Luís Lourenço, CEO do Plug CRM.

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Planejamento, dedicação, pesquisa e atenção em cada etapa não podem ser deixados de lado. Tenha em mente que ser sua própria chefe não significa que você pode relaxar na função! No negócio individual, as responsabilidades são grandes, totalmente suas e o sucesso depende, em grande parte, de você.

“Ser sozinho é um grande desafio! Mesmo que o empreendedor individual tenha um funcionário, todas as decisões em relação ao negócio estão restritas à sua pessoa”, alerta a consultora do Sebrae.

14 ideias de microempreendimentos

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Investir em um microempreendimento não é fácil e vai exigir muito de você. Mas, as recompensas podem valer muito a pena! Além de não ter que se preocupar com regras impostas por outros, é possível fazer o seu próprio horário e ter um bom rendimento financeiro.

Na hora de escolher o que fazer, é importante levar em conta sua identificação e conhecimento na área em que pretende atuar, o quanto pode investir (em tempo e em dinheiro) e se a sua região tem público para consumir seus produtos ou serviços. Confira algumas ideias para investir em um micro empreendimento:

1. Vender produtos por catálogo

Tornar-se vendedora de alguma marca por catálogo é uma maneira simples que pode servir tanto para conquistar uma renda extra quanto como único rendimento. Várias empresas e marcas oferecem esse recurso, o que dá uma boa variedade no mix de produtos – cosméticos, perfumes, utensílios, acessórios, joias e bijuterias.

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Para adotar essa atividade, o primeiro passo é escolher a marca e conferir como é o processo de vinculação – na maioria das marcas, o primeiro contato é através do preenchimento de um cadastro na internet. Lembre-se: é essencial ler atentamente os termos e condições da empresa! Com o material em mãos, sua principal tarefa será encontrar clientes e realizar as vendas.

Algumas opções de marcas que trabalham com o sistema de revendas e consultoras são:

2. Fazer alimentos para vender

Se você gosta de cozinhar, comercializar alimentos pode ser uma ótima alternativa. Afinal, o mercado de alimentação é um dos mais consolidados no país, o que comprova uma demanda constante. Entre as opções para apostar estão salgados, doces, bolos, pães, refeições em marmitas, saladas de frutas, pizzas, entre outros.

Nesse caso, além de pensar em qual a melhor maneira para fazer esses produtos chegarem ao consumidor, é fundamental atentar-se à qualidade dos ingredientes e alimentos utilizados na produção. A Anvisa tem três divisões: alimentos que exigem registro antes da venda, alimentos que exigem apenas uma comunicação de fabricação e alimentos isentos de registro e de aviso. Antes de tomar a decisão, vale a pena buscar informações no órgão de vigilância sanitária local ou no portal da Anvisa.

3. Cuidar de animais de estimação

Quem gosta de animais e está disposta a passar um tempo pesquisando e entendendo mais sobre como cuidar deles tem aqui uma boa opção. Entre os serviços possíveis estão levar cachorros para passear, dar banho e cuidar de pets em períodos de ausência do dono. É preciso grande atenção para garantir sempre o bem-estar do bichinho.

4. Costurar

Fazer roupas sob encomendas ou realizar pequenos reparos em peças já prontas também pode ser um empreendimento atrativo. Para isso, é preciso investir no maquinário necessário, além de materiais como linhas, agulhas, botões e outros aviamentos. Cursos de corte e costura também são boas apostas para refinar suas técnicas e profissionalizar o serviço.

5. Fazer maquiagens e penteados

Oferecer serviços como maquiadora e cabeleireira, sem montar um salão propriamente dito, também é algo que pode atrair um bom público. O investimento, nesse caso, deve ser feito em cursos para profissionalização e nos produtos a serem utilizados nas clientes – procure montar uma boa maleta de maquiagens, que possa atender diferentes perfis de pessoas.

6. Fotografar profissionalmente

Quem leva jeito para fotografia e tem disponibilidade para buscar cursos na área pode começar a empreender fotografando ensaios e eventos. Tenha em mente que equipamento fotográfico profissional não sai barato e será preciso investir em câmeras, lentes, tripés e iluminação.

7. Fabricar e vender artesanatos

Pessoas habilidosas podem alavancar um empreendimento artesanal. Aqui, o que vale é usar a imaginação: peças de tricô ou crochê, lembrancinhas para casamentos e outros eventos, objetos de decoração. Tudo depende do que você está disposta a criar, que público quer atingir e em que materiais vai investir. Como a internet está cheia de tutoriais muito úteis para quem deseja aprender novos modelos e os materiais geralmente não custam caro, o maior investimento do negócio será o tempo para a fabricação dos produtos.

8. Aulas particulares

Dar aulas particulares não está limitado a reforços em matemática, física ou qualquer outra disciplina escolar. Além de cobrir essas áreas, é possível oferecer aulas de idiomas e de artes – dança, pintura, bordado, instrumentos musicais. Nesse caso, o maior desafio é encontrar e conquistar alunos.

9. Serviços profissionais de limpeza

O mercado de serviço de limpeza tem um bom desempenho. Na correria do dia a dia, é comum que as pessoas optem pela contratação de serviços profissionais para a realização de limpezas específicas: após o fim de uma reforma ou obra, depois de festas e eventos, lavagem de carros, limpeza de estofados, etc. Sem necessidade de grandes investimentos em materiais, oferecer esse tipo de serviço é uma boa opção de empreendimento.

10. Serviços de DJ

Para tornar-se DJ de festas e eventos não é necessário apenas gostar de música e conhecer vários artistas; mas também procurar cursos profissionalizantes na área. Também é preciso ter disponibilidade para trabalhar no período noturno. Além disso, dependendo do tipo de local e evento em que você irá atuar, pode ser necessário investir nos seus próprios equipamentos.

11. Manicure e pedicure

Assim como no caso de cabelo e maquiagem, é possível oferecer serviços de manicure e pedicure sem ter um salão. Invista em um bom mix de esmaltes, com várias cores e marcas, além de outros utensílios como lixas, alicates, removedor e algodão. É importante programar-se para higienizar adequadamente objetos como alicates e espátulas entre clientes, para garantir que não há possibilidade de qualquer contaminação.

12. Instalações em geral

Oferecer serviços de instalação é uma boa alternativa. De acordo com seus conhecimentos e habilidades com equipamentos, é possível trabalhar com configuração de WiFi, instalação de câmeras de segurança e outros eletrônicos, troca de chuveiro, montagem e desmontagem de móveis. Os investimentos variam conforme o tipo de serviço prestado, mas, no geral, são feitos em ferramentas e cursos profissionalizantes na área de elétrica.

13. Blogs e YouTube

Blogs e canais no YouTube estão conquistando cada vez mais espaço no mercado, chamando a atenção de marcas e empresas e é possível ter um bom rendimento com eles. Pessoas comunicativas, criativas e que se interessam ou sabem bastante sobre um assunto têm o perfil adequado para esse tipo de empreendimento.

Porém, a variedade de canais e blogs é enorme! Para conseguir ganhar espaço e ter sucesso nesse ramo é preciso diferenciar-se do que já existe, seja no formato, no assunto ou no conteúdo. O dinheiro entra geralmente através de anúncios e, com a maior visibilidade, parcerias.

14. Montar uma loja virtual

O e-commerce está em crescimento constante e você pode aproveitar montando sua própria loja virtual. Para isso, é preciso estar atento a questões de logística: como atender os pedidos dos clientes, embalagens para envio, visitas aos Correios, disponibilidade de produtos em estoque. Além de investir nessa parte, é fundamental investir em um bom site, com navegação intuitiva e boas imagens dos produtos.

Algumas opções de plataformas disponibilizam o serviço de vendas virtuais são a Tanlup, Enjoei, Elo7, Mercado Livre e a OLX. Estude as possibilidades e adote aquela que mais tiver a ver com o seu perfil, com o público-alvo e com os produtos que deseja vender.

Microfranquia x negócio pronto: como decidir?

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Uma das opções para quem quer investir em um negócio é apostar em uma franquia. Diferente da criação de um negócio próprio, nesse modelo não é necessário começar tudo do zero e o franqueado já começa a atividade apoiado de uma grande empresa, ao lado de uma marca que já tem seu nome conhecido e aceito pelos consumidores.

“Quando o empreendedor faz opção por franquia terá a vantagem de um modelo de negócio já validado, onde poderá buscar referência e receber até capacitação sobre como operar, de acordo com cada franqueador. Existe um suporte maior do que quando empreende por conta própria”, garante Maria Alice.

Porém, esse sistema não vem livre de responsabilidades: depois de franqueado, as responsabilidades da unidade também são suas. Além disso, quem investe em franquia deve estar preparado para seguir as regras impostas pela empresa franqueadora.

“É importante avaliar se consegue se adaptar ao formato da franquia, pois precisa adequar-se às normas contratuais estabelecidas, perdendo a liberdade e a autonomia para certas ações”, sinaliza a consultora.

Sendo assim, deve-se colocar na balança quais são seus objetivos e o que está disposto a fazer para alcançá-los. Se deseja abordar o negócio de forma própria, talvez o modelo de franquias não seja o melhor para você.

“Na minha opinião, a franquia é um modelo de negócio apropriado para quem deseja arriscar menos, enquanto o negócio próprio é para quem ambiciona mais. O perfil do empreendedor conta para definir a melhor escolha”, completa Luís.

6 opções de microfranquias

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Acha que se encaixa no perfil de franqueada? Se as franquias combinam com seus objetivos, o investimento pode trazer bons resultados. Confira algumas opções de microfranquias em segmentos variados que permitem o trabalho individual e em home office:

1. Ahoba Viagens: a empresa é uma agência de turismo em que todo o atendimento ao cliente é feito via internet, por texto, voz ou vídeo. Para franquear-se, o investimento total sai a partir de R$ 4.500,00.

1. Ahoba Viagens: a empresa é uma agência de turismo em que todo o atendimento ao cliente é feito via internet, por texto, voz ou vídeo. Para franquear-se, o investimento total sai a partir de R$ 4.500,00.

2. Tutores: é uma rede que oferece serviço de tutoria para qualquer fase escolar. Formados em letras, matemática, história, geografia, pedagogia, ciências biológicas e outras áreas podem tornar-se franqueados. O investimento total é de a partir de R$ 20.0000,00.

3. Quinta Valentina: a marca trabalha com venda direta e personalizada de calçados femininos de fabricação própria. O modelo não exige loja, os produtos são levados até às clientes. O investimento é de R$ 16.000,00.

4. Light Depil: a empresa trabalha o conceito de depilação delivery, feita na casa da cliente. Os serviços oferecidos são depilação à luz pulsada, com cera e bronzeamento artificial. O investimento sai a partir de R$ 11.900,00.

5. Web4br: é uma agência que oferece aos clientes serviços digitais profissionais – desenvolvimento, hospedagem e manutenção de sites para pequenas e médias empresas. A função do franqueado é conquistar clientes, ficando a cargo da franqueadora a parte técnica do serviço. O investimento inicial é de R$ 8.000,00.

6. Zets: é uma franquia de lojas virtuais. A empresa oferece diversos tipos de produtos para a venda; a tarefa do franqueado é divulgar sua loja virtual e conquistar as vendas, sem precisar manter estoque em casa. Toda a fase de processamento do pedido, do pagamento e do envio é feita pela franqueadora. O investimento sai a partir de R$ 20.000,00.

Passo a passo: como legalizar a situação como MEI

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Dependendo da atividade, é possível começar o negócio de maneira informal; mas, avançar para um modelo formalizado e legal pode gerar resultados muito mais significativos para o empreendimento.

“A partir do momento em que o empreendedor sai da informalidade, adquirindo seu CNPJ, ele amplia suas oportunidades de captação de clientes, consegue melhor acesso a crédito e passa usufruir dos benefícios previdenciários, após cumprir período de carência”, ressalta Maria Alice.

A formalização para o microempreendedor individual foi implantada em 2009. Segundo dados do Sebrae, em 2014, após cinco anos de funcionamento, 4,1 milhões de microempreendedores brasileiros já tinham sido formalizados.

Confira que passos seguir para formalizar o trabalho como MEI:

1. Confira se você preenche os pré-requisitos

Para poder cadastrar-se como microempreendedor individual é necessário estar adequado aos seguintes requisitos:

  • Faturar no máximo R$ 60.000,00 por ano;
  • Não ser titular nem sócio de outra empresa;
  • Ter no máximo um funcionário contratado ou trabalhar sozinho;
  • Não possuir filial.

Caso seu empreendimento fature mais que R$ 60.000,00 por ano, ele será enquadrado na categoria de microempresa.

2. Solicite a formalização no Portal do Empreendedor

A legalização do MEI pode ser feita gratuitamente pela internet, através do Portal do Empreendedor. Para a formalização, é preciso informar os números da carteira de identidade, do CPF, do título de eleitor e o endereço. A partir deste cadastro, o CNPJ e o número de inscrição na Junta Comercial já são gerados. A confirmação da legalização é feita pela prefeitura em até 180 dias.

Além da plataforma virtual, é possível fazer essa legalização em alguns locais habilitados. Para saber qual é o local mais próximo, você pode pedir informação ao Sebrae através do telefone 0800 570 0800.

3. Atente-se às obrigações fiscais

Uma vez que o negócio está formalizado, é fundamental lembrar que há deveres a serem cumpridos. “As obrigações fiscais para o MEI são simplificadas – o empreendedor tem direito a carga tributária reduzida e faz o pagamento de carnê mensal, com valores fixos durante o ano”, explica Maria Alice.

Além disso, caso resolva contratar um funcionário, o salário deve estar de acordo com o valor do salário mínimo vigente ou o piso da categoria. Os encargos previdenciários e trabalhistas também devem ser pagos normalmente.

8 dicas para empreender sem medo

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1. Conheça o mercado em que quer atuar

“Conhecer o mercado onde pretende atuar é fundamental. Então, o empreendedor precisa buscar informações sobre o segmento e utilizá-las para pensar sobre o modelo de negócio; ou seja, como o negócio será estruturado para disponibilizar os produtos e serviços aos clientes, qual o canal de venda, qual o diferencial, como se comunicará com o mercado, estrutura de custos, preço de venda, dentre outros”, explica Maria Alice.

2. Construa um plano de negócios

Qualquer negócio, independente do porte ou da área de atuação, precisa de planejamento para alcançar bons resultados. O plano de negócios deve ser um dos primeiros passos na construção de um empreendimento. Tire um tempo para colocar tudo no papel: “detalhar a operação do negócio, produtos e serviços, custos, projeção de fluxo de caixa, análise de viabilidade econômica e financeira”, pontua a consultora do Sebrae.

Existem formatos e modelos diferentes de planos de negócio e você pode adotar o que melhor se encaixar com a realidade do seu empreendimento. O próprio Sebrae disponibiliza um software que pode ajudar no processo. Você pode acessá-lo clicando aqui.

3. Não espere resultados imediatos

“Como em qualquer empreendimento, a fase inicial terá pouco resultado e requer muito trabalho para buscar novos clientes e tornar o negócio conhecido. O resultado não acontece de imediato – é preciso preparar-se e manter uma reserva financeira enquanto a empresa não gera os recursos necessários para girar sozinha”, lembra Maria Alice.

4. Formalize sua situação

Caso você se encaixe no perfil de microempreendedor individual, vale a pena buscar a formalização da sua atividade. “Você torna-se, efetivamente, um profissional aos olhos do cliente. Logo, transparece credibilidade, seriedade e segurança. Além disso o processo para ser um MEI é muito rápido, então vale a pena deixar o negócio mais profissional”, aconselha Luís.

5. Venda e divulgue seu negócio na internet

Não importa qual seja o seu segmento: a internet é uma plataforma poderosa de divulgação. Além disso, é um dos meios mais acessíveis, uma vez que não é necessário gastar com papel ou com compra de anúncios – ainda que existam meios pagos na web, toda a divulgação pode ser trabalhada de forma gratuita.

6. Construa um bom relacionamento com seus clientes

Aposte em canais de comunicação próximos e tire um momento do seu dia especialmente para atender dúvidas e responder contatos de clientes e interessados no seu trabalho. Além do clássico telefone e endereço de e-mail, disponibilize páginas em redes sociais e atendimento via WhatsApp.

7. Monitore o desempenho das suas ações

Ao mesmo tempo que o plano de negócios é um documento guia para as atividades do empreendimento, é algo que precisa ser constantemente atualizado. Afinal, os cenários mudam, o mercado pode ser inconstante e as estratégias podem não funcionar tão bem quanto o imaginado. “Se você estabeleceu a meta, é preciso certificar-se que está no caminho certo. Monitorar é fazer este acompanhamento e corrigir o rumo quando necessário”, conclui a especialista.

8. Organize-se pensando no futuro

“Comece pequena, mas pensando como grande: organize suas oportunidades de negócio, seu financeiro, seu marketing. Deixe tudo registrado e atualizado. Assim, em pouco tempo você consegue mensurar os próprios resultados e começa a construir sua base. Em breve você terá informações e instrumentos para definir melhor sua estratégia de crescimento e investimento”, argumenta Luís.

Cursos técnicos e profissionalizantes gratuitos

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Buscar profissionalização e atualização é algo que não pode deixar de acontecer. Sempre que possível, invista em cursos técnicos e profissionalizantes para aprimorar seus serviços e aprender meios de renovar o negócio, trazendo novidades constantes para os clientes.

Procure saber se na sua cidade existem instituições que ofertam cursos na sua área de interesse – algumas, inclusive, fazem isso de forma gratuita. Você também pode buscar essas informações em cursos online. Confira instituições que oferecem cursos gratuitos:

1. Sebrae: o Sebrae tem uma plataforma de ensino à distância que oferece vários cursos gratuitos que podem ajudar na gestão do seu empreendimento. Os cursos são divididos em quatro áreas e uma delas é voltada especialmente para o MEI.

2. SENAI: os cursos são feitos totalmente online ou com apoio de material impresso. São mais de 300 opções divididas em áreas como alimentação e bebidas, educação, construção civil, têxtil e vestuário, logística, gestão e automação.

3. iPED: todos os cursos do site contam com certificação digital e também oferecem opções de aulas pagas. Há cursos nas áreas de administração, comunicação, contabilidade, estética e beleza, fotografia, eventos, finanças, entre outras.

4. FGV: a instituição oferece cursos online que podem ajudar na ampliação de conhecimentos em gestão de negócios, administração, organização financeira e noções de marketing.

5. Senac: o Senac EAD abre vagas para cursos gratuitos em diversas áreas. Para participar da seleção, o interessado deve se inscrever e estar de acordo com os pré-requisitos definidos pela instituição.

Com dedicação, informação e persistência, seu negócio pode conquistar o sucesso. Anote as dicas e comece a pensar nas suas possibilidades para empreender!

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