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Estrias: métodos para tratar e prevenir o problema

Nas mulheres, elas aparecem principalmente em glúteos, coxas e mamas, locais que se estendem durante e após a puberdade

em 14/06/2017

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Motivo de incômodo para muitas pessoas, as estrias são, por definição, rachaduras na pele em forma de listras causadas pelo estiramento do tecido além dos limites suportados.

Marcella Alves, dermatologista da clínica Les Peaux, explica que a falta de elasticidade não é a causa, mas a consequência de um ganho excessivo de volume em um curto espaço de tempo, já que a pele não consegue acompanhar tão rapidamente e se adaptar às novas dimensões.

Laura Andrade, dermatologista da Amato instituto de Medicina Avançada, comenta que as estrias acontecem mais em mulheres na puberdade, gravidez ou devido ao aumento rápido de peso ou de massa muscular. “Alguns medicamentos como os corticoides facilitam seu aparecimento”, diz.

As estrias aparecem mais, de fato, nas mulheres. O cirurgião plástico Marco Cassol explica que a condição endócrina (hormonal) feminina é muito diferente da do homem. “Os hormônios femininos fazem com que as fibras elásticas da pele se rompam com mais facilidade. Ou seja, no geral, homens têm menos estrias que mulheres.”

As lesões podem aparecer em diferentes partes do corpo, tanto no caso das mulheres, como dos homens, mas, as regiões mais comuns para o aparecimento em ambos os gêneros são um pouco diferentes. “Nos homens são mais comuns na porção inferior das costas, flancos, ombros, lateral do peitoral, glúteo e porção inferior das coxas. Nas mulheres, aparecem principalmente em glúteos, coxas e mamas, locais que se estendem durante e após a puberdade… No abdômen é mais comum durante a gravidez”, explica a dermatologista Marcella.

Por que umas pessoas têm muitas estrias e outras, não?

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Esta é uma dúvida comum. Cassol destaca que vários fatores influenciam no surgimento das estrias:

  • Predisposição genética (distensibilidade da pele);
  • Dieta;
  • Hábitos (cigarro);
  • Hidratação do corpo;
  • Hidratação e nutrição da pele.

“Tudo isso faz com que a pessoa desenvolva mais ou menos estrias, conforme a adoção dos hábitos mais e menos saudáveis”, comenta o cirurgião plástico.

Marcella destaca que, diferentemente das celulites, as estrias não dependem totalmente de hábitos desregrados de alimentação para ocorrerem. Um dos fatores determinantes para as marcas é a predisposição genética. “Quem tem casos de estrias na família pode desenvolvê-las uma vez exposto aos seus fatores de risco, mas nem sempre a hereditariedade explica, já que, em muitos casos, o problema aparece em apenas um membro da família”, diz.

Michele Haikal, médica de São Paulo, lembra ainda que as estrias podem se associar com diversas situações, como puberdade, gravidez, crescimento rápido, alterações rápidas de peso, obesidade, uso crônico de corticoides, próteses muito grandes que estiram o tecido etc.

Estrias avermelhadas X estrias esbranquiçadas

Laura define que estrias “são lesões lineares que no início são vermelhas e arroxeadas, posteriormente se tornando esbranquiçadas. Podem ser deprimidas ou discretamente elevadas com espessura e largura variáveis.”

Marcella ressalta que a diferença entre as tonalidades se dá devido ao processo inflamatório. “No início essas marcas são mais avermelhadas porque estão na fase aguda da inflamação. Nesta fase, o tratamento é mais efetivo e quase não deixa vestígios, mas, com o passar do tempo, esse processo cessa, cicatriza e as estrias se tornam esbranquiçadas e mais difíceis de remover”, explica.

O cirurgião plástico Cassol destaca que é possível identificar uma estria nova para agir antes que ela fique branca. “E é exatamente isto que precisamos que o paciente saiba. Estrias recentes são muito mais responsivas aos tratamentos, ou seja, quanto mais precoce o início do tratamento, melhores os resultados”, lembra.

9 tratamentos para atenuar ou eliminar as estrias

Atualmente há muitas opções de tratamentos para melhorar as estrias no mercado. Abaixo os profissionais falam sobre aqueles que consideram os mais indicados.

Tratamentos clínicos

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Laura comenta que, de forma geral, os tratamentos clínicos mais eficazes são à base de ácidos e devem ser orientados pelo médico dermatologista. “Devem ser usados especialmente quando as estrias são recentes e encontram-se ainda vermelhas, associado a isso, métodos que provocam o remodelamento do colágeno, especialmente aqueles que produzam microlesões fracionadas na pele, que ao cicatrizarem irão suavizar o aspecto das estrias”, diz.

Michele destaca que o uso da tretinoína tópica é um dos mais fundamentados em estudos para estrias. “Mas vê-se melhores resultados com peelings locais, alguns lasers, como o laser de CO2, o microagulhamento, o ácido hialurônico injetável e as radiofrequências”, diz.

Abaixo você confere alguns exemplos de tratamentos clínicos que podem ajudar no tratamento das estrias. Vale destacar que todos eles precisam ser feitos por profissionais habilitados, em clínicas de confiança.

1. Laser fracionado

De acordo com Marcella, o procedimento disponível mais indicado para tratar qualquer estria, rosada ou esbranquiçada, seja em homens ou mulheres, é o laser fracionado – podendo ser ablativo (CO2) ou não (erbium 1540). “Algumas sessões do tratamento são suficientes para amenizar não só estrias, mas cicatrizes e até a flacidez que eventualmente possa incomodar”, diz.

Daniela Hueb, médica pós-graduada em Dermatologia, reforça que os lasers fracionados são boas opções para tratar as estrias brancas, que mostram que o tecido foi realmente danificado. “Podem ser feitos tratamentos com laser fracionado com cerca de três sessões”, diz. “Vale lembrar que o número de sessões varia de acordo com o organismo de cada paciente”, acrescenta.

Laser fracionado ablativo é aquele que penetra em parte da pele gerando uma lesão para reestruturar as camadas mais profundas. Já o não ablativo, atravessa a parte mais superficial da pele sem machucá-la, atingindo apenas alvos preestabelecidos. Ou seja, é mais suave, geralmente não havendo necessidade de a paciente interromper a rotina.

O laser CO2 fracionado emite um feixe de luz que é atraído pelas moléculas de H20 do corpo, assim, vaporiza essas moléculas e estimula a cicatrização da área tratada e a produção de colágeno do organismo. Com isso, é possível notar a diminuição das estrias. O procedimento é relativamente rápido, e são utilizados produtos para promover anestesia da área a ser tratada. A pele do local tratado costuma ficar vermelha após a sessão, mas tende a voltar ao normal em torno de 3 a 7 dias.

No vídeo abaixo você confere exemplo de sessão com laser CO2 fracionado:

Considerado uma opção menos “agressiva” do que o CO2, Erbium 1450 trata-se de um laser fracionado que emite microrraios e determina uma remodelação do colágeno da derme, melhorando, assim, o aspecto das estrias. Os microrraios penetram profundamente na derme, mas deixam os tecidos de epiderme intactos, o que proporciona, de forma geral, uma cicatrização mais rápida e natural.

Preços: o custo de uma sessão de laser fracionado pode variar de R$600 a R$2000, dependendo muito do local/cidade onde será feita e do tipo de tratamento.

O uso do laser fracionado possui algumas contraindicações gerais, como:

  • Gravidez;
  • Herpes (em atividade);
  • Paciente com sensibilidade à luz;
  • Paciente em tratamento imunossupressor.

2. Dermaroller

De acordo com a fisioterapeuta dermatofuncional Marília Barboni Luz, da L&L Espaço Vida ao Corpo, este é um procedimento que utiliza microagulhas em um pequeno rolo, que penetram a superfície da epiderme e induzem a produção de colágeno e a renovação da pele. São lesões minúsculas que, entre outras ações, reduzem as estrias, sem dor. “Os pacientes sentem apenas um leve formigamento, seguido de uma vermelhidão natural na área, que se recupera rapidamente”, diz.

Marília explica que os resultados podem ser vistos, geralmente, após 5 sessões. Cada sessão dura em média 20 minutos a 1 hora e não necessita de um longo período de recuperação. É recomendado um intervalo de 15 a 21 dias para uma nova sessão, devido à produção do novo colágeno da pele.

Preços: o custo de uma sessão pode variar de R$250 a R$800, dependendo muito do local/cidade onde será feita.

De forma geral, o tratamento com microagulhamento é contraindicado para pessoas com tendência à formação de queloides e com dificuldades de cicatrização.

3. Eletrolifting

Segundo Marília, a técnica utiliza um equipamento de corrente com estimulação elétrica que induz a formação de tecido rico em colágeno e agentes cicatrizantes. “Para resultados significativos são necessárias no mínimo 10 sessões, que duram em média 50 minutos, em intervalos de 15 dias”, diz.

O tratamento, basicamente, tem como objetivo causar um processo inflamatório no local, pela ação da agulha e da corrente, e posteriormente sua regeneração (já que a irritação causada estimula a produção de fibras novas na pele).

Preços: cada sessão custa em torno de R$100, mas este valor pode variar muito dependendo do local onde o tratamento será realizado.

O eletrolifting é contraindicado para grávidas, para pessoas que sofrem de arritmia cardíaca, hipertensão e diabetes, bem como para pessoas com câncer, alergias ou irritação à corrente elétrica, hipersensibilidade à dor e tendência a queloides.

4. Radiofrequência

De acordo com Daniela, a radiofrequência é uma boa alternativa de tratamento para as estrias brancas. São indicadas até 15 sessões, dependendo de cada caso.

O método usa o aquecimento da pele para estimular o colágeno e para aumentar o metabolismo celular.

A radiofrequência fracionada é parecida com a tecnologia do laser de CO2 fracionado, já que é uma onda eletromagnética que permite tratamento profundo, promovendo a produção de fibroplastos e melhorando consideravelmente as estrias, pela grande produção de colágeno. Por ser fracionada, apresenta de forma geral um tempo de recuperação rápido (de 3 a 7 dias), geralmente sem que a pessoa precise interromper sua rotina. Ou seja, a energia penetra de forma profunda na pele, mas sem machucar tanto a superfície.

Preços: em média R$500 a R$1500 a sessão, dependendo da área a ser tratada, e também do local/cidade onde o tratamento será feito.

De forma geral, a radiofrequência não é indicada para pessoas com marcapasso, e nem para mulheres grávidas.

5. Carboxiterapia

De acordo com Daniela, a carboxiterapia também é uma boa alternativa para tratar as estrias brancas. São recomendadas cerca de 10 sessões.

O tratamento regenera a pele e reorganiza as fibras de colágeno e elastina, deixando, assim, a pele mais uniforme. Trata-se, de forma resumida, da aplicação subcutânea de gás carbônico na estria.

No vídeo a mais você vê como funciona o procedimento:

Preços: os valores variam muito, mas podem chegar a cerca de R$300 por sessão.

Por ser um procedimento que oferece dor, é aconselhado somente para quem não é tão sensível a dor. As sessões de carboxiterapia são contraindicadas para grávidas e também na fase de amamentação, e ainda, para pessoas com problemas no pulmão ou no coração.

6. Peeling químico

Peeling é uma técnica aplicada para promover a renovação celular, isso ocorre através da retirada de camadas da pele. A renovação celular, consequentemente, deixa a pele mais uniforme.

Para Thaís Jerez, dermatologista da Clínica Jerez (SP), o peeling químico é uma excelente opção para tratar estrias. “As melhores respostas em qualquer tratamento para estrias são, sem dúvidas, nas estrias mais recentes, aquelas avermelhadas. Nesta fase ainda existe uma boa circulação no local, que ajuda muito na resposta ao tratamento. O peeling químico mais usado para o tratamento de estrias é à base de ácido retinoico, em altas concentrações, o que só pode ser realizado em consultórios”, comenta.

“Antes da sessão do peeling, costumamos deixar uma preparação para a pele para uso em casa. Quando aplicado o peeling costuma ficar na pele por 4 a 6 horas. A descamação é esperada dentro de poucos dias e a pele deve ficar sensível por cerca de 1 semana. As sessões são mensais. Em média, são necessárias 6 sessões”, acrescenta a dermatologista.

Preços: os valores variam muito, ficando geralmente entre R$100 a R$500 a sessão.

Os peelings são contraindicados, basicamente, para: mulheres grávidas, pacientes que apresentem alguma hipersensibilidade (alergia), doença de pele ou infecção ativa.

7. Ácido hialurônico

De acordo com Michele, o ácido hialurônico injetável pode ser uma boa alternativa para tratar as estrias.

O tratamento é indicado especialmente para estrias antigas. O ácido é aplicado nas depressões, para nivelar a pele. Além disso, estimula a produção de colágeno, deixando a pele mais firme e uniforme.

Podem ser indicadas de 3 a 5 sessões, sempre dependendo da avaliação do médico.

Preços: o custo pode variar em torno de R$1 mil a R$2 mil por sessão.

De forma geral, o ácido hialurônico injetável não deve ser utilizado por pessoas com hipersensibilidade ao composto, nem por pacientes com problemas com a coagulação. Não deve ainda ser aplicado em áreas em que haja doença de pele, inflamações ou feridas.

8. Cirurgia plástica

Cassol explica que a ressecção da epiderme da estria para transformar uma estria larga em uma cicatriz fina só é indicada em situações extremas.

“Nas estrias abdominais localizadas abaixo da cicatriz umbilical podemos realizar a abdominoplastia (cirurgia plástica da barriga). Retiramos toda pele abaixo do umbigo”, acrescenta o cirurgião plástico.

Vale destacar que essas são apenas sugestões de tratamentos que muitas vezes são utilizados para tratar estrias. Somente um profissional habilitado para isso poderá indicar qual é a opção mais indicada para cada caso. Bem como, apresentar os riscos e os benefícios de cada tratamento, além de discutir a expectativa do paciente.

É fundamental procurar por clínicas e/ou profissionais de confiança para um tratamento seguro e que, de fato, ofereça resultados.

Tratamentos caseiros

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9. Hidratação

Daniela Hueb destaca que, em casa, o que pode ser feito é não descuidar da hidratação, uma vez que a pele hidratada tem menos chances de romper as fibras. “Minha dica é usar creme hidratante à base de ureia após o banho e, em casos de pele mais seca, aplicar óleo hidratante depois do creme, sempre massageando bem”, diz.

Laura destaca que outros tratamentos caseiros podem ser perigosos e pouco efetivos. “O que pode ser feito apenas é a hidratação com cremes e óleos que podem minimizar o aparecimento, mas não tratam a lesão já estabelecida”, ressalta a dermatologista.

Thaís reforça que todo tratamento para ser feito em casa deve ser orientado por uma dermatologista. “Costumamos usar ácidos manipulados, ou prontos, sempre visando preparar a pele para um procedimento”, acrescenta.

Como prevenir as estrias

Daniela cita as principais dicas que ajudam a evitar as estrias:

  1. Hidratar bem a pele após o banho;
  2. Tomar bastante água (cerca de dois litros ao longo do dia);
  3. Usar protetor solar;
  4. Não se expor ao sol em horários críticos;
  5. Evitar o efeito sanfona: manter o peso é essencial para não surgirem estrias;
  6. Ficar em dia com as consultas dermatológicas.

Para a hidratação, a dermatologista Marcella recomenda cremes à base de ureia, ácido hialurônico e vitamina E. “Porque evitam o ressecamento da pele e impedem que as fibras de colágeno e elastina se rompam com facilidade.”

Na galeria abaixo você confere exemplos de cremes que têm a proposta de ajudar a combater as estrias.

Hidratante Corporal La Roche-Posay Iso-Urea por R$59,90 na <a href="https://ad.zanox.com/ppc/?34939348C12211804&ULP=[[http://www.netfarma.com.br/Produto/11523/creme-hidratante-corporal-la-roche-posay-iso-urea?utm_source=zanox&utm_medium=cpa&utm_content=deeplinkgen&utm_campaign=zanox]]" rel="nofollow" target="blank_">Netfarma</a>
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Mas, vale destacar, o ideal é utilizar somente aquele indicado por seu médico, para sua segurança e resultados realmente eficazes.

Remédios caseiros

Há quem aposte em alguns ingredientes que tem em casa para tentar evitar o aparecimento de estrias. Algumas “receitas” conhecidas são:

Abacate + babosa: utilize ½ abacate, 1 folha de babosa e 1 colher pequena de azeite de oliva. Adicione os ingredientes no liquidificador até formar uma pasta. Com ela faça massagens circulares nas áreas afetadas, deixando atuar durante 20 minutos. Depois, enxágue com água fria.

Abacate + óleo de amêndoas + aveia: utilize ½ abacate, 2 colheres de aveia e 2 colheres de óleo de amêndoas. Misture os ingredientes e passe nas áreas afetadas. Depois enxague com água morna.

Cenoura: coloque uma cenoura no vapor até que amoleça, depois, amasse e passe nas áreas afetadas, deixando agir por cerca de meia hora. Depois enxague com água fria.

Rosa mosqueta + óleo de amêndoas: após o banho, aplique um pouco de rosa mosqueta, fazendo massagens circulares, e depois, um pouco de óleo de amêndoas também fazendo movimentos circulares.

Vale destacar, porém, que tais “remédios caseiros” não possuem eficácia comprovada.

Tanto para quem quer tratar, como para quem deseja evitar o aparecimento de estrias, o melhor caminho é procurar um dermatologista, que indicará o tratamento mais adequado.

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