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Como deixar as frituras menos prejudiciais à saúde

Quem não resiste às frituras precisa tomar alguns cuidados para não comprometer a saúde

em 11/09/2014

Foto: Thinkstock

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No Brasil, consumir alimentos fritos é muito comum, porém é importante ter uma certa cautela ao submeter a comida a esse processo. Ao fritar o alimento, é possível que parte dos nutrientes seja perdida devido às inúmeras reações químicas que ele sofre ou que sua estrutura seja alterada.

Normalmente, os óleos usados na cozinha, como o óleo de soja, de canola e de girassol, contém ômega 3 e 6, que são gorduras benéficas para o nosso organismo. Entretanto, quando esses óleos são superaquecidos a temperaturas extremamente elevadas, ocorre uma perda desses ômegas.

Evite aquecer o óleo demasiadamente, nunca deixando-o chegar ao ponto que faz fumaça. A fumaça é tóxica, além de sujar a sua cozinha e a temperatura que faz o óleo ter fumaça é aquela que também destrói os ômegas dos óleos de cozinha.

Outra dica para que o óleo de cozinha não se torne um vilão para sua saúde é que você deve sempre utilizar óleo novo, sem reaproveitar aquele que já foi usado outras vezes, especialmente se foi submetido a temperaturas elevadas demais. Quando o óleo é reaproveitado, ele pode liberar gordura trans – aquela que não é bem vinda no organismo – e está presente em alimentos como pão, salgadinho, bolachas, sorvetes entre outros alimentos.

Se você não consegue se livrar do hábito de fritar os alimentos para seu consumo, procure substituir a linguiça ou o bacon por legumes fritos, tornando a ingestão de gorduras menos prejudicial. Aconselha-se também praticar exercícios físicos uma vez que a ingestão de óleos acontece com frequencia na sua dieta.

Quanto ao óleo usado, o ideal é descartá-lo da maneira correta ou reutilizá-lo para outro fim que não comprometa a sua saúde e nem a sua segurança.

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