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Os diferentes tipos de laqueadura e suas características

Ela é indicada hoje em casos restritos, pois existem outros métodos reversíveis que funcionam bem, e, caso a mulher se arrependa futuramente, pode voltar atrás

em 07/08/2015

Foto: Getty Images

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Laqueadura é uma cirurgia para a esterilização voluntária definitiva. Ou seja, as trompas da mulher são amarradas ou cortadas, evitando que o óvulo e os espermatozoides se encontrem – não tornando possível, assim, uma gravidez.

A laqueadura é um método de contracepção eleito por muitos casais em todo o mundo, especialmente devido à sua eficácia. Uma pesquisa, intitulada Laqueadura intraparto e de intervalo, mostrou que, nos Estados Unidos, é estimado que um milhão de procedimentos de laqueadura tubária são realizados anualmente, sendo que metade deles é realizada logo após o parto.

O Brasil também é um dos países com alta prevalência de laqueadura. Ainda de acordo com a pesquisa, os dados mostram que cerca de 40% das mulheres unidas estão laqueadas, ao mesmo tempo em que tem sido observado um aumento no número de mulheres arrependidas, que acabam buscando tratamento nos serviços de esterilidade.

A médica ginecologista Profª. Dra. Laura Osthoff, diretora geral do Hospital da Mulher Mariska Ribeiro, explica que, segundo a legislação brasileira sobre Planejamento Familiar, Lei 9.263, para ser submetida à laqueadura, a mulher precisa ter mais de 25 anos ou dois filhos. “É necessária a realização do Planejamento Familiar. A cirurgia não pode ser feita no momento do parto, a não ser que a mulher tenha algum problema grave de saúde ou tenha feito várias cesarianas”, diz.

A questão é que esse possível arrependimento por parte das mulheres que fazem a laqueadura preocupa muito a maioria dos profissionais da saúde, já que nem sempre o tratamento de reversão é possível e, mesmo quando é, as taxas de gravidez são limitadas.

De acordo com Alfonso Massaguer, ginecologista e obstetra especialista em reprodução humana e diretor da Clínica Mãe, apesar do que diz a lei, a laqueadura é indicada em casos restritos. “Não orientamos a laqueadura em mulheres jovens. Indicamos, aliás, muito pouco, pois, hoje, existem muitos métodos reversíveis que funcionam bem, e, caso a mulher se arrependa futuramente, ela consegue voltar atrás. A laqueadura é indicada somente quando não existe outra solução mesmo. E a mulher deve ser informada sobre isso”, diz.

Tipos de laqueadura

Foto: Getty Images

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De forma geral, laqueadura ou ligadura de trompas é uma cirurgia para a esterilização voluntária definitiva. As trompas da mulher são amarradas ou cortadas, evitando que o óvulo e os espermatozoides se encontrem.

Massaguer explica que vaginal (histeroscópica), laparoscópica e laparotomia são as vias de acesso para a laqueadura. Saiba mais sobre cada um desses tipos de laqueadura:

1. Laqueadura por laparotomia

Domingos Mantelli, ginecologista e obstetra formado pela Faculdade de Medicina da Universidade de Santo Amaro (Unisa) e pós-graduado em residência médica na área de ginecologia e obstetrícia, explica que a laqueadura por laparotomia é feita abrindo-se a barriga. “É um corte na barriga, como se fosse um corte de cesariana”, diz.

Quando se diz respeito a vantagens e desvantagens, deve-se pensar quais são os meios mais ou menos invasivos. “A que corta é a mais invasiva, que é a laparotomia, e ela tem maior risco de infecção e de dor no pós-operatório”, diz Mantelli.

2. Laqueadura por laparoscopia

É feita por videolaparoscopia. “São aproximadamente três furos na região do abdômen, por onde é feita a laqueadura”, diz Mantelli.

“A laparoscopia é menos invasiva (em relação à laparotomia), feita por vídeo e com recuperação mais rápida e menor risco de infecção”, acrescenta o ginecologista e obstetra.

3. Laqueadura por histeroscopia (sem corte)

É feita por via vaginal, sem nenhum corte. Laura explica que este método consiste na colocação de um dispositivo em formato de mola de apenas 4 cm, chamado Essure, dentro das tubas uterinas com um endoscópio bem fino (chamado histeroscópio) através do canal vaginal.

“O microimplante colocado em cada tuba provoca uma reação natural que faz com que esta se feche no período de três meses. Por esse motivo, durante os três primeiros meses, a paciente continua a utilizar outra forma de contracepção. Após este período, é realizado exame de imagem da pelve, e confirmada a obstrução das tubas, não é mais necessário o uso de outro método contraceptivo”, explica a médica.

Por não exigir nenhum corte, a técnica não necessita internação e pode ser realizada sem anestesia ou com leve sedação. “É um procedimento rápido, ambulatorial ou hospitalar e minimamente invasivo. A colocação dura até 10 minutos e a paciente muitas vezes pode voltar normalmente para suas atividades, sem necessidade de repouso, afastamento ou licenças. Não contém medicamentos ou hormônios e tem eficácia de até 99,8%”, diz Laura.

A médica lembra que o método de contracepção é definitivo e irreversível. “Portanto, o casal ou a mulher que optem por este método precisam estar decididos a não ter mais filhos. Já as contraindicações são mínimas, como mulheres grávidas, com algum tipo de infecção, ou alteração no útero que impeçam a colocação dos implantes”, diz.

Na tabela abaixo, Laura faz uma comparação apontando quais considera as principais vantagens da laqueadura por histeroscopia (Essure) em relação aos outros métodos.

Imagem: Dicas de Mulher

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Para Mantelli, é difícil falar simplesmente em vantagens e desvantagens, ou ainda indicação. “Tem que ver cada mulher, as preferências de cada uma, se ela já tem ou não cicatriz, qualidade da técnica para cada uma, se ela tem aderência ou não, se tem ou não endometriose, se tem ou não mioma. Tudo vai determinar a via de acesso para poder fazer o procedimento e se, de repente, o plano de saúde cobre uma técnica ou outra. Também conta a destreza do médico, se ele sabe fazer por uma técnica ou por outra”, destaca.

Cuidados pré e pós-operatórios da laqueadura

Mantelli explica que os cuidados no pré-operatório são os mesmos de qualquer cirurgia: fazer os exames e ver se a paciente tem condições cirúrgicas para realizar o método. “Os exames básicos de pré-operatório são hemograma, coagulograma, eletrocardiograma, ultrassom transvaginal (para análise das estruturas do útero e ovário) e pode ser solicitado ainda qualquer outro exame que o médico julgar necessário”, diz.

Alfonso Massaguer lembra que, além de todos os exames, é fundamental verificar se a mulher não quer mesmo ter mais filhos. Ela deve estar totalmente ciente de que a laqueadura é um método definitivo.

“Ao fazer a laqueadura, e se depois se arrepender, para reverter, existe outra cirurgia (a de reversão) ou ela precisará partir para a fertilização. Então, a laqueadura é indicada em poucos casos, somente quando não existe outra solução mesmo. E a mulher deve ser informada sobre isso”, lembra Massaguer.

“E é válido destacar que em muitos casos a mulher se arrepende de ter feito a laqueadura. Por mais que seja possível a reversão, é uma cirurgia complicada e que pode não ter sucesso”, acrescenta Massaguer.

Já os cuidados no pós-operatório, de acordo com Domingos Mantelli, são referentes ao tipo de cirurgia, por laparotomia, vídeo ou histero. “Cada uma tem o seu grau de invasibilidade, ou seja, qual delas é mais invasiva. Consequentemente, vai ser necessário um grau de repouso, de ficar um tempo sem atividade física, sem relação sexual, tomando os anti-inflamatórios e os antibióticos, e se for necessário, os analgésicos”, diz.

Laqueadura durante a cesárea

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Mas será que a laqueadura pode/costuma ser realizada durante a cesárea? Este é um ponto que gera muitas dúvidas entre as mulheres.

Mantelli explica que, normalmente, não se recomenda a realização da laqueadura durante a cesariana. “A não ser que a mulher decida isso e registre em cartório pelo menos 90 dias antes que o parto ocorra, porque ela tem que ter o poder de discernimento e estar em plena capacidade de decisão”, destaca.

“A laqueadura também pode ser feita durante a cesariana caso o médico julgue que, se essa mulher engravidar novamente, trará risco para a sua vida”, acrescenta o ginecologista e obstetra.

Laqueadura: 10 dúvidas esclarecidas

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1. A laqueadura garante que não vou mais engravidar?

“A laqueadura não garante que não vai mais engravidar. O índice de falha é de, aproximadamente, 0,5%, mas existe a chance de recanalização espontânea, ou seja, a tuba volta a se grudar, digamos assim, e de uma forma espontânea a mulher pode engravidar. O índice de falha é aproximadamente igual ao de um anticoncepcional”, destaca Mantelli.

Laura lembra que não existe método contraceptivo que seja 100% eficaz. “Entretanto, a técnica de laqueadura por histeroscopia é o método definitivo mais seguro, chegando a 99,8% de eficácia”, diz.

2. Existem efeitos colaterais?

Mantelli destaca que um dos efeitos da laqueadura é o de que pode aumentar a quantidade de varizes pélvicas, que são as varizes da lateral do útero.

Massaguer explica que, geralmente, não existem muitos efeitos colaterais, já que é um procedimento relativamente simples. “Mas, em alguns casos, pode provocar até menopausa precoce. É raro, mas é um possível risco”, diz.

Podem ocorrer ainda dores pélvicas e menstruação irregular. Apesar de a laqueadura visar a esterilização definitiva da mulher, em alguns casos isto pode não ocorrer, mas é raro.

Além disso, um grande risco é a mulher se arrepender depois, quando decidir querer ter mais filhos. Por isto, é preciso pensar bem antes de escolher esta opção.

3. Laqueadura engorda?

Não. “Não é correto dizer que laqueadura engorda, pois não afeta o metabolismo ou qualquer outro fator que gere o aumento de peso”, destaca Laura.

4. É possível reverter a laqueadura?

Dependendo da técnica que foi utilizada para fazer a laqueadura. “A técnica de laqueadura por histeroscopia é irreversível, se desejar engravidar após o procedimento a mulher deverá realizar a fertilização in vitro”, explica Laura.

“Geralmente, a laqueadura não é reversível, no entanto, dependendo da forma como é feita pode haver uma pequena chance de poder engravidar”, acrescenta a médica.

Massaguer destaca que, mesmo quando possível, a reversão é complicada e pode não ter sucesso. “Tanto que laqueadura é uma das maiores causas da procura por fertilização. Muitas mulheres se arrependem depois. E a verdade é que grande parte das mulheres que fazem a laqueadura não tem indicação para fazer. Aí muitas fazem e se arrependem… Se tivessem sido bem informadas no passado será que teriam feito?”, comenta.

Mantelli explica que a reversão é feita por uma cirurgia para a recanalização tubária. “É feita uma anastomose, ou seja, você religa e sutura novamente essa tuba que foi cortada. Mas vale dizer que nem sempre há sucesso no resultado”, acrescenta.

5. É possível fazer laqueadura pelo plano de saúde?

De acordo com Massaguer, sim. Desde que haja indicação médica para isso.

6. É possível fazer laqueadura pelo SUS?

Massaguer diz que sim, se houver indicação.

Laura acrescenta que a laqueadura por histeroscopia (sem corte) tem se popularizado, pois até pouco tempo era restrita a consultórios e instituições particulares. “Hoje o Essure pode ser encontrado como opção nos Programa de Planejamento Familiar em importantes hospitais públicos do país. As mulheres ou casais interessados devem dirigir-se a uma Unidade Básica de Saúde (UBS) e se inscrever no Programa de Planejamento Familiar”, diz.

7. Para quem é indicada a laqueadura?

De acordo com a lei, normalmente, a laqueadura é indicada para as mulheres que desejam a esterilização para não ter mais filhos. É preciso ter, obrigatoriamente, mais de 25 anos e/ou dois ou mais filhos vivos.

Massaguer lembra, porém, que é algo muito restrito. “É indicada somente para a mulher que não queira jamais engravidar. Mas ela deve ter consciência de que a vida muda, de que ideias mudam… É indicada, num caso em que a gravidez coloque em risco a vida da mulher, mas, ainda assim, existem outros métodos reversíveis”, diz.

“Então, apesar do que a lei diz, o ideal é evitar ao máximo, e optar pela laqueadura somente quando ela for a única opção e a mulher tiver plena certeza de que nunca mais vai querer engravidar”, ressalta o ginecologista e obstetra.

8. Existem contraindicações da laqueadura?

Para Massaguer, a contraindicação é exatamente o fato de ser, de forma geral, irreversível. E há grandes chances de a mulher se arrepender depois. “É algo bem restrito, pois existem outras opções para evitar uma possível gravidez, esta não deveria nunca ser a primeira opção da mulher”, diz.

9. Quais exames é preciso fazer antes da laqueadura?

Mantelli explica que é necessário fazer todos os exames básicos de pré-operatório: hemograma, coagulograma, eletrocardiograma, ultrassom transvaginal (para análise das estruturas do útero e ovário) e qualquer outro exame que o médico julgar necessário.

10. Como é a recuperação da laqueadura?

De acordo com Mantelli, a recuperação costuma ser bem tranquila. “É uma cirurgia que opera em um dia e no outro já recebe alta. É preciso, aproximadamente, uma semana de repouso domiciliar para voltar às atividades habituais sem nenhum problema. A restrição de atividade física é por aproximadamente 20 a 30 dias”, diz.

Laqueadura x vasectomia

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Ambos são métodos contraceptivos cirúrgicos e definitivos. Laura explica que a laqueadura, realizada na mulher, é feita através da obstrução ou corte das trompas impedindo o encontro do óvulo e do espermatozoide.

“No homem, a vasectomia é feita pela ligadura ou corte dos canais deferentes, o que impede a presença dos espermatozoides no líquido ejaculado”, diz Laura.

A médica acrescenta que “a indicação de contracepção definitiva masculina e a feminina deve ser baseada em critérios rígidos, observando-se a legislação vigente”.

A vasectomia é reversível, mas a cirurgia de reversão é delicada. Assim também como a reversão da laqueadura (quando possível). Dessa forma, a recomendação é que a mulher que decida pela laqueadura e o homem que decida pela vasectomia não pensem em uma possível reversão. Caso contrário, isso mostra que eles provavelmente não estão preparados.

Outros métodos contraceptivos

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De forma geral, a laqueadura deve ser uma última alternativa para a mulher. Existem outros métodos contraceptivos seguros e não definitivos. Abaixo você conhece os principais:

DIU (Dispositivo Intrauterino): dispositivo que deve ser inserido por um médico dentro do útero. É feito de cobre e não possui nenhum tipo de hormônio. Impede a penetração e passagem dos espermatozoides, não permitindo seu encontro com o óvulo. Possui alta eficácia (99,4%) e, de forma geral, promete proteger a mulher durante 5 anos. Método não substitui a camisinha, pois não previne contra doenças sexualmente transmissíveis.

DIU Hormonal: também é um dispositivo intrauterino, que impede a penetração e passagem dos espermatozoides. Libera um hormônio dentro do útero e, por isso, além do efeito contraceptivo, pode apresentar outros efeitos, como, por exemplo, redução do fluxo menstrual. Possui alta eficácia (99,8%) e, de forma geral, promete proteger a mulher durante 5 anos. Método não substitui a camisinha, pois não previne contra doenças sexualmente transmissíveis.

Pílula: é um comprimido que utiliza combinação de hormônios, geralmente estrogênio e progesterona sintéticos, que inibe a ovulação. Também modifica o muco cervical, tornando-o hostil ao espermatozoide. O método é administrado pela própria mulher, via oral, diariamente, e, de uma forma geral, possui alta eficácia (99,7%). Não substitui o uso da camisinha, pois não protege contra doenças sexualmente transmissíveis.

Contraceptivo injetável: injeção de hormônios que inibe a ovulação e aumenta a espessura do muco cervical da mulher, tornando difícil a chegada dos espermatozoides no óvulo e, consequentemente, impedindo a gravidez. O método pode ser mensal (com eficácia de 99,9%) ou trimestral (eficácia de 99,7%). Método não substitui a camisinha, pois não previne contra doenças sexualmente transmissíveis.

Implante: um pequeno bastão (4 cm de comprimento) é implantado sob a pele, impedindo a ovulação, pois libera gradativamente doses de progestagênio. Se utilizado corretamente, a eficácia é de 99,9%. Deve ser trocado a cada 3 anos. Não substitui o uso da camisinha, pois não protege contra doenças sexualmente transmissíveis.

Anel vaginal: é um pequeno anel feito de silicone, com cerca de 5,5 cm de diâmetro. Combina estrogênio e progestagênio, que são liberados continuamente quando o anel é introduzido na vagina. Se utilizado corretamente, a eficácia é de 99,7%. Deve ser colocado uma vez ao mês. Não substitui o uso da camisinha, pois não protege contra doenças sexualmente transmissíveis.

Adesivo: é um adesivo fino, de 4,5 cm x 4,5 cm que combina estrogênio e progestagênio, hormônios que são absorvidos pelo organismo e impedem a ovulação. Deve ser colado na pele do braço, das costas, virilha ou nádegas. Se utilizado corretamente, possui eficácia de 99,7%. Deve ser colocado uma vez por semana. Não substitui o uso da camisinha, pois não protege contra doenças sexualmente transmissíveis.

Camisinha masculina: método de barreira, bastante conhecido. A camisinha é feita de látex fino, flexível e resistente, e deve ser utilizada como uma “capa protetora” do pênis. Se utilizada corretamente, possui 98% de eficácia. Deve ser utilizada em todo ato sexual. Protege ainda contra doenças sexualmente transmissíveis.

Camisinha feminina: impede o contato entre a pele do pênis e da vagina, evitando assim o contágio de doenças sexualmente transmissíveis e impedindo que o óvulo seja fecundado. Deve ser utilizada em todo ato sexual. E a eficácia, quando utilizada corretamente, é de 98%.

Diafragma: é uma cúpula feita de silicone ou látex, com bordas firmes e flexíveis. Deve ser colocada dentro da vagina. Tem tamanhos diferentes, entre 6 a 8 cm, por isso é importante conversar com o ginecologista para saber qual é a medida ideal para você. Deve ser colocado a cada ato sexual, e, se utilizado corretamente, a eficácia é de 94%. Não substitui o uso da camisinha, pois não protege contra doenças sexualmente transmissíveis.

Laura acrescenta que entre os métodos comportamentais são encontrados a tabelinha e o coito interrompido. A tabelinha nada mais é do que um cálculo do período fértil, de acordo com o período menstrual. Já no coito interrompido, o homem deve retirar o pênis de dentro da vagina antes de ejacular.

É um direito da mulher não querer engravidar. Para isso, o ideal é entrar em contato com seu ginecologista para escolher o método contraceptivo mais indicado para você. No caso da laqueadura, ela deve ser pensada com bastante calma e seriedade, pois há grandes chances de a mulher se arrepender depois.

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