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Pílula anticoncepcional e amamentação

O uso dos anticoncepcionais orais é liberado durante a amamentação, mas é preciso ter atenção quanto à composição da pílula

em 14/08/2012

Depois que o bebê nasce, é preciso se preocupar com a amamentação para que ele cresça forte e saudável. Mas além deste e de outros cuidados essenciais com a saúde da criança, a mãe também deve se precaver para evitar uma nova gravidez logo em seguida.

Mesmo que o casal queira ter mais filhos, os médicos recomendam um intervalo de pelo menos seis meses entre duas gestações. Se o parto anterior foi cesárea, o ideal é esperar no mínimo nove meses até que o corpo se recupere completamente.

A amamentação pode ter efeito contraceptivo por causa da ação da prolactina, hormônio responsável pela produção de leite no organismo feminino que pode interferir na menstruação.

Mesmo assim, é possível engravidar durante a fase de amamentação, porque a mulher nunca sabe quando a primeira ovulação pode acontecer. Por isso, é importante fazer uso de algum método anticoncepcional se não estiver nos planos ter outro bebê a curto prazo.

A mãe pode iniciar o uso de algum método contraceptivo 40 dias após o nascimento do bebê. O anticoncepcional oral pode ser usado, mas depende da composição da pílula. Nem todas as pílulas são liberadas durante a amamentação.

A pílula anticoncepcional normal com estrógeno, por exemplo, não deve ser tomada porque pode alterar a produção do leite. Além disso, acredita-se que este hormônio feminino possa chegar ao bebê pelo leite, causando o desequilíbrio hormonal na criança.

As minipílulas de progesterona são as mais indicadas para as mulheres que amamentam. Esse tipo de anticoncepcional oral age no colo do útero, dificultando a passagem dos espermatozoides. O uso deve ser contínuo, ou seja, as minipílulas devem ser tomadas diariamente, sem período de pausa entre uma cartela e outra, até o desmame ou até que o bebê reduza a quantidade de mamadas.

Os anticoncepcionais injetáveis e os implantes subcutâneos são mais algumas opções. O DIU também pode ser usado, no entanto, só deve ser colocado 50 ou 60 dias após o parto. Outros métodos que podem ser usados em qualquer período após o parto, como a camisinha, também não devem ser deixados de lado.

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