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Os perigos químicos dos lubrificantes sexuais

O produto que contém substâncias possivelmente cancerígenas pode trazer prejuízos à vagina e até mesmo facilitar o contágio por DSTs

em 03/07/2013

Foto Thinkstock

A falta de lubrificação na intimidade é extremamente comum e acontece por diversas razões. Envelhecimento, gravidez, problemas de saúde e até mesmo medicamentos comuns, como anti-histamínicos e anti-depressivos costumam causar secura vaginal e contribuir para a dor durante o sexo e a baixa libido associada, que se desenvolve.

O mercado de lubrificantes está saturado de opções, mas quando você olha além da embalagem, deve saber que mais de 95% dos lubrificantes são feitos com ingredientes petroquímicos, incluindo propileno glicol, um derivado utilizado em produtos como anti-congelante e fluido de freios e o polietileno-glicol, utilizado em laxantes e produtos limpa-forno. Estes são, em grande parte, conservados com metil e propil-parabeno que foram selecionados como possíveis cancerígenos.

O resultado mais preocupante do uso desses tipos de lubrificantes é que as mulheres que os usam são 13 vezes mais propensas a contrair a vaginose bacteriana em comparação com as mulheres que não usam nada. Esta é uma crise de saúde pública, porque o número de mulheres afetadas pela vaginose bacteriana é bastante alto. Pior ainda, 84% das mulheres que têm, não sabem. O mais alarmante, é que mulheres com o problema são 60% mais propensas a contrair outras doenças sexualmente transmissíveis, incluindo o HIV.

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