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Criança com condição rara não para de sorrir nunca

Ollie tem uma síndrome que o faz parecer sempre feliz, mas apesar de parecer um problema inofensivo, o garoto sofre com dificuldade de aprendizado e de expressar tristeza

em 19/09/2013

Foto: Reprodução / Caters News Agency

Ollie Petherick, de dois anos de idade, nasceu com a síndrome de Angelman – uma desordem cromossômica que provoca graves dificuldades de aprendizagem – e deixa um sorriso permanente em seu rosto. Esta síndrome faz com que os portadores apresentem sempre um comportamento animado e feliz.

Muitas vezes a mãe de Ollie, de 24 anos, recebe elogios de estranhos, pelo sorriso constante do menino. As pessoas costumam se animar só de ver o sorriso radiante de Ollie, segundo sua mãe, Campbell. “Ele sempre foi um bebê muito relaxado e tranquilo”, aponta.

Campbell, que cuida do filho em tempo integral, só descobriu a condição de Ollie, quando ela percebeu que ele não conseguia se concentrar em suas atividades. ‘Ollie tinha seis meses de idade, quando comecei a perceber que o seu desenvolvimento estava muito devagar – o irmão mais velho era muito mais avançado quando tinha a idade dele. Então, uma noite, eu fiquei horas tentando convencê-lo a seguir o meu dedo com os olhos, e ele simplesmente não conseguia”, explicou a mãe.

Foto: Reprodução / Caters News Agency

“Eu realmente comecei a me preocupar, então, na manhã seguinte fui ao médico da família. Nós fomos encaminhados para o hospital, onde ele fez exames oftalmológicos, e foi constatado que Ollie sofria de algo neurológico, mas não se sabia exatamente o quê”. A mãe foi então transferida para um segundo hospital, onde seu menino passou por mais exames.

Lendo uma revista, Campbell leu sobre a síndrome de Angelman, e viu que os sintomas se encaixavam exatamente com o problema do filho. Logo os médicos confirmaram suas suspeitas.

Os pais buscam conforto e informações em um grupo de apoio para quem tem filhos com o problema. Infelizmente, a condição faz com que o menino não possa falar e nem andar como as outras crianças sem a síndrome. É também difícil saber quando a pessoa está chateada, já que está sempre sorrindo.

Foto: Reprodução / Caters News Agency

Fonte: Huffington Post

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