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7 coisas que as mulheres têm vergonha de perguntar a seus médicos

Alguns assuntos podem ser embaraçosos, mas por mais difícil que seja abordá-los, tirar todas as suas dúvidas é essencial

em 17/06/2013

Foto: Thinkstock

Se existe uma pessoa que você jamais deve sentir vergonha, é do seu médico. Mentir para a pessoa cujo trabalho é ajudá-la a monitorar sua saúde pode trazer prejuízos à sua qualidade de vida. Questões que você considera embaraçosas devem ser sempre trazidas à tona para o seu médico, que irá avaliá-las da maneira correta, de forma a poder solucioná-las. Lembre-se: o que para você pode parecer bobo, é algo que seu médico está acostumado a ouvir. Conheça as questões mais constrangedoras para as mulheres, segundo o site Huffington Post:

Eu raramente faço sexo. Isso é normal?

A doutora Susan Blum, fundadora do Centro Blum de Saúde em Rye Brook – Nova York, e autora de “O Plano de Recuperação do Sistema Imunológico”, disse que o problema mais comum a pacientes do sexo feminino é a luta contra o baixo desejo sexual. E que é importante levar essa questão ao médico, para que ambos possam debater estratégias para tornar o sexo algo melhor, ou para verificar se são problemas hormonais, ou até mesmo para sugerir um aconselhamento psicológico, já que normalmente estão envolvidas questões emocionais.

Que cheiro é esse?

A ginecologista do Hospital Stamford, Shieva Ghofrany, aponta que é muito comum que suas pacientes tenham vergonha de perguntar sobre um “suspeito” odor corporal. A Dra. Ghofrany notou que, comumente, em seu consultório, as pacientes dizem que têm um odor “de peixe”. “Elas acham que isso é um problema exclusivo delas, mas não é. É muito comum”. Acontece que, esse odor, segundo a ginecologista, é muitas vezes um sintoma de vaginose bacteriana, infecção vaginal mais comum entre as mulheres jovens dos EUA. A boa notícia é que, na maioria dos casos, não há complicações graves.

Devo fazer um teste de AIDS?

Existem muitas informações sobre a importância de se fazer o teste para doenças sexualmente transmissíveis. Mas os médicos dizem que esse continua sendo um tema difícil para os pacientes, especialmente para as mulheres. Muitas DSTs, como a clamídia, podem aparecer sem sintomas, mas, ainda assim, trazer sérios danos aos órgãos reprodutivos da mulher. Por isso o teste é essencial. Pergunte!

Eu tenho Herpes. Corro o risco de passar para o meu parceiro?

Esta não é uma questão que a doutora Blum ouve apenas de mulheres solteiras, ou aquelas que são viúvas ou divorciadas, mas também de mulheres que são casadas, e estão escondendo ativamente sua herpes de seu cônjuge. Existem dois tipos de herpes: herpes oral, o que provoca feridas na boca ou no rosto, e herpes genital, que afeta a área genital ou anal. Falar sobre suas crises com o seu médico é essencial. Existem medicamentos no mercado que podem ajudar a parar o crescimento do vírus, assim como suplementos naturais. Seu médico também pode falar com você sobre as formas de evitar a propagação da doença ao seu parceiro, como o uso de preservativos, por exemplo.

Quando estou mais fértil?

Esta questão é difícil de ser perguntada, pois as mulheres sentem, muitas vezes, que estão perguntando algo tão básico, que já deveriam saber. Este é outro caso em que as mulheres absolutamente não devem ser tímidas ao perguntar. O seu médico pode ajudá-la a descobrir quando você está ovulando e como sincronizar os seus esforços. É por isso que ele está lá – para ajudá-la a descobrir tudo. Você não tem que fazer isso sozinha.

Eu preciso ter um orgasmo para engravidar?

A Dra. Wendy Vitek, diretora do programa de preservação da fertilidade da Universidade do Centro de Fertilidade Forte de Rochester, disse que essa é uma pergunta muito comum. Para as mulheres, a resposta é não. Mas os homens têm de ejacular, a fim de obter a gravidez.

Devemos tentar determinadas posições?

Essa pergunta é muito comum, especialmente por mulheres que almejam engravidar. Existem algumas lendas que dizem que, colocar os pés para cima, ou colocar um travesseiro sob as nádegas, pode ajudar. Mas nunca houve quaisquer dados claros sobre a posição e as taxas de gravidez. A Sociedade Americana de Medicina Reprodutiva afirma que não há nenhuma evidência de que certas posições sexuais podem aumentar as chances de concepção.

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