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6 fatos interessantes sobre bocejar

Conheça algumas curiosidades sobre esse hábito que atinge até os animais

em 13/06/2013

Foto: Thinkstock

Todos nós bocejamos, e todos sabemos que o bocejo tem a ver com o cansaço que sentimos. Mas, ao contrário da apnéia do sono – o famoso ronco -, o bocejo é um aspecto do sono ainda pouco pesquisado. Entretanto, o site Huffington Post divulgou recentemente algumas informações interessantes sobre esse hábito, confira:

1 – Existem muitas teorias, mas poucas provas acerca da origem do bocejo

Há pouca pesquisa para apoiar a infinidade de teorias a respeito do porquê de nós bocejarmos. Primeiro, nós não bocejamos apenas quando estamos cansados. Ele também provavelmente não reflete a falta de oxigênio, embora a teoria faça sentido.

2 – Bocejar realmente contagia

Um estudo descobriu que, quando mostrado vídeos de bocejos, cerca de 50% das pessoas também começaram a bocejar. Acontece até mesmo entre os animais! Uma pesquisa de 2004 observou bocejos entre os chimpanzés, babuínos e macacos. Talvez o mais impressionante, no entanto, são os cães, que podem começar a bocejar depois de apenas ouvir seus donos caindo no sono. Ler sobre bocejo, ou até mesmo pensar sobre ele, pode nos fazer bocejar. (Já tiramos um bocejo seu após essa leitura?)

3 – O bocejo é mais contagioso entre pessoas próximas, como familiares e amigos

Não é qualquer um que vai lhe “passar” um bocejo. De acordo com pesquisa realizada no ano passado, o ato é mais contagioso entre os mais próximos e amigos. Segundo Michael Decker, trata-se de um fenômeno de empatia entre nós. “O bocejo se torna mais um fenômeno social do que um fenômeno fisiológico”, e ajuda a explicar por que bocejamos quando não estamos cansados.

4 – Bocejo pode ser um sinal de doença

Acalme-se! Geralmente não é o primeiro sintoma de algo sério, mas o bocejo excessivo pode, em alguns casos, ser um sinal de que há algo errado além de privação do sono grave. Em algumas pessoas, o bocejo excessivo pode ser uma reação causada pelo nervo vago, de acordo com o National Institutes of Health, o que poderia indicar um problema cardíaco.

5 – Até os fetos bocejam

Ninguém sabe exatamente o porquê, mas os bebês também bocejam durante a gestação. Embora os pesquisadores já tenham averiguado imagens de fetos de boca aberta, já foi possível distinguir entre um bebê em desenvolvimento abrindo sua boca e uma “abertura da boca que não é bocejo,” segundo a HuffPost Science. Ele pode ter algo a ver com o desenvolvimento do cérebro, e pode ser potencialmente utilizado como um marcador de desenvolvimento normal, de acordo com a LiveScience.

6 – O bocejo dura em média 6 segundos

Embora não haja um estudo científico realizado até o momento, há uma série de pesquisas que medem o tempo do bocejo e chegaram a uma média de cerca de seis segundos. Durante esses tempo, a frequência cardíaca aumenta significativamente. Um estudo feito no ano passado analisou o corpo antes, durante e depois do bocejo e descobriu uma série de alterações fisiológicas que ocorrem durante esses seis segundos.

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