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5 mitos de saúde que ouvimos nas academias desbancados

Saiba no que você não deve acreditar quando o assunto é exercício físico

em 16/10/2013

Foto: Thinkstock

Se você frequenta ou já frequentou uma academia, provavelmente já deve ter ouvido uma série de especulações a respeito de aparelhos, exercícios, metabolismo e nutrição. Porém, algumas informações tidas como certas para muitos, podem ser, de fato, meros achismos. Conheça algumas frases comuns a respeito da malhação nas quais você não deve acreditar:

  1. “Calor excessivo e suor ajudam a eliminar as toxinas”
    Para você que costuma suar em excesso durantes os exercícios para se “purificar”, saiba que o suor contêm apenas água, sal e um punhado de eletrólitos. As glândulas sudoríparas estão conectadas apenas com a pele, e não com outros órgãos do corpo – o que impossibilita a realização de uma purificação de toxinas.
  2. “Quanto mais flexível, mais saudável a pessoa é”
    Um bom alongamento não é sinônimo de saúde. A flexibilidade é, de fato, importante para você desempenhar seus exercícios, sem que eles sejam desconfortáveis. Porém, ser flexível não representa que a pessoa seja mais saudável do que outra que mal consegue se alongar.
  3. “Você deve substituir os seus tênis a cada seis meses para evitar lesões”
    Essa restrição pode ser bastante plausível para corredores profissionais, que gastam muitas horas diárias em treinos de corrida. Para pessoas comuns que realizam exercícios, na academia ou no ar livre, basta que haja uma substituição do calçado a cada um ano, segundo o presidente da Academia Americana de Esportes, Rob Conenello. Se você gosta de realizar exercícios intensos, verifique, a cada seis meses, como estão as solas dos seus tênis. Se não estiverem gastas, espere mais um pouco antes de fazer uma nova compra.
  4. “Fazer yoga purifica seus órgãos”
    As torções do corpo realizadas na yoga promovem flexibilidade e, de acordo com um estudo publicado em 2010 pelo jornal europeu Spine, pode até mesmo ajudar a prevenir a deteriorização do disco entre as vértebras. Porém, os cientistas ainda não comprovaram que esse exercício purifique, de fato, os órgãos. De acordo com o autor norte americano do livro “Ciência da Yoga”, “ela proporciona muitos benefícios à saúde. Mas nada indica que a compressão de seus órgãos ajuda o organismo nesse sentido mais profundo.
  5. “Se estiver grávida, deve manter a frequência cardíaca abaixo de 140”

    O exercício moderado é mais seguro para as mulheres grávidas. Aliás, é um processo essencial para a saúde vital do bebê. De acordo com o diretor do Centro de Atividade Física e Saúde da Universidade de Michigan, James Pivarnik, hoje em dia não há um número de regra para a frequência cardíaca da gestante durante os exercícios. Desde que seu médico dê o sinal verde, o exercício é muito importante para essa fase. Mas é claro, essa não é a melhor hora para intensificar o seu treinamento. Pegue leve, e vá até onde seu organismo aguenta, sem ficar completamente exausta após o treino. Limites de frequência cardíaca para gestantes costumam ser mais efetivos para esportes de grande impacto, como o boxe, levantamento de peso máximo, aeróbica e mergulho. Na dúvida, consulte sempre seu médico antes de realizar qualquer exercício, e respeite o seu corpo, utilizando o bom senso.

Via Yahoo Shine

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