Dicas para renovar o guarda-roupa

Organize seu guarda-roupa, repagine itens esquecidos, disponha de peças em desuso e obtenha um visual totalmente renovado

Por Selena Escher

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Quais peças dispostas em seu guarda-roupa realmente são vestidas e usadas? Quais delas valorizam sua estrutura física? E mais: Quais delas devem ser descartadas ou doadas, e como fazê-lo? Essas, dentre muitas outras perguntas, ressoam na mente feminina quando nós, mulheres, decidimos renovar o guarda-roupa. Entretanto, algumas dicas são imprescindíveis para renová-lo sem gastos desnecessários e sem dispor de pertences que venham a fazer falta.

A preocupação com o meio ambiente é presente na vida das pessoas, logo, tal tendência nos faz pensar no consumo desenfreado e se o mesmo vale a pena. Será realmente necessário adquirirmos tantos sapatos, vestidos e bolsas? Para dar início às dicas, evite comprar peças que estejam em alta, caso não combinem com seu estilo e personalidade, e passe a observar vitrines e catálogos, caso tenha dificuldade em coordenar seus looks, e os adapte ao seu estilo. Saiba que peças lisas são mais fáceis de combinar que motivos estampados. Os estampados, por sua vez, se coordenam à duas cores lisas e distintas.

Sabemos que, com a troca das estações, inconscientemente desejamos adquirir muitas novas roupas, o que nem sempre é possível. Porém, repaginar aquilo que já possuímos é mais fácil do que se imagina. Logo, todo o processo de renovação de um guarda-roupa, sem gastos desnecessários, requer organização. Arrume seu armário de modo que consiga visualizar todas as peças disponíveis e possíveis combinações. Assim, organize calças com calças, saias com saias a assim por diante, tal como, agrupe as peças por cores.

Entretanto, para nortear possíveis concertos, reajustes e a separação de peças que devem ser descartadas, alguns truques são primordiais:

1 - Não faça promessas enganosas para você mesma, deixando a seu dispor peças que usará “um dia”, por exemplo, quando emagrecer. Então, se desfaça das roupas apertadas, curtas ou surradas, além daquelas que estão guardadas há mais de um ano. A melhor opção, contudo, é doá-las para entidades de sua cidade, ou ainda vendê-las em brechós.

2 - Conserte as peças que você pode. Aquelas sem botões, descosturadas, muito longas ou largas, desbotadas, enfim, que estão empoeiradas em seu guarda-roupa por uma simples questão de ajuste. Transforme calças em bermudas e leve ao sapateiro calçados a serem reformados.

3 - Com o passar do tempo mudamos nossos hábitos. Assim, trie quais peças se encaixam ao seu novo estilo de vida, encaixando-as. Para realizar uma compra, opte somente por aquelas que possa coordenar com ao menos três outras que já possua, para evitar o conhecido dilema: “é linda, mas não tenho como usá-la”.

4 - Não compre por impulso. Escolha de acordo com sua realidade, personalidade e gostos pessoais sem dar ouvidos às vendedoras. Compre elementos que realmente irão favorecer o seu tipo físico e não o que simplesmente é tendência. Assim, não vá as compras caso não esteja disposta e de bom humor. Leve com você uma lista dos itens que, quando em casa, selecionou racionalmente e de fato precisa comprar.

5 - Itens básicos são a ligação entre elementos difíceis de coordenar. Lenços, chapéus e cintos elegantes são apenas alguns dos itens que podem auxiliá-la. O lenço, por exemplo, é um acessório multiuso, podendo ser usado nos cabelos, como também amarrado na cintura, na bolsa ou no pescoço.

6 - Invista em tendências passageiras e duvidosas através de pequenos acessórios atuais e bijuterias. Para ousar e seguir determinada tendência sem investir em uma peça custosa, que poderá ficar encostada, que tal adquirir alguns acessórios que estão em alta? Por exemplo, se a tendência é animal print e você quer segui-la sem a certeza de que usará determinada peça mais de uma vez, então que tal adquirir uma maxipulseira estampada?

Alguns pequenos ajustes podem não somente influenciar na organização de um guarda-roupa, como evitar gastos excessivos e alavancar a autoestima. Experimente. Vasculhar pertences, buscar por ideias e inovar são um exercício de autoconhecimento.