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Desilusão amorosa: entender para superar

Decepcionar-se faz parte da natureza dos relacionamentos amorosos, mas é possível superar o trauma e voltar a ser feliz

em 29/09/2014

Foto: Thinkstock

“No amor todos os caminhos acabam de forma igual – desilusão“. A frase pessimista, de autoria do escritor irlandês Oscar Wilde, traduz com perfeição a dinâmica das relações amorosas. Quem nunca sofreu uma desilusão, que atire a primeira pedra.

Por que é tão comum que as pessoas se decepcionem em seus relacionamentos? Os motivos são inúmeros mas, em geral, há duas razões básicas: excesso de expectativa ou uma mudança muito grande de comportamento da parte do parceiro.

A desilusão é sempre causada por infidelidade?

Não necessariamente. Embora desilusão e infidelidade andem de mãos dadas, não é preciso que a outra parte seja infiel para que nos sintamos “enganados”. Muitas vezes o comportamento causador da decepção nos magoa por outros motivos. Atitudes como a falta de sensibilidade e respeito por nossas vontades e objetivos, e até mesmo por nossos sentimentos, podem nos soar mais agressivas do que seria uma situação de infidelidade.

Ainda que a traição tenha se concretizado, é complicado afirmar que ela é a única responsável pelo sentimento de desilusão amorosa. Na maioria dos relacionamentos, a traição acontece quando o casal já está passando por uma série de outros problemas há algum tempo. Ela seria, então, o ápice de uma falha pré-existente.

O fato é que há pessoas que continuam lutando contra uma separação iminente, preferindo suportar a dor de uma traição, por exemplo, a admitir que o relacionamento chegou ao fim.

A importância da autoestima

Há quem afirme que não podemos culpar o parceiro pelas desilusões sofridas. Analisando friamente a questão, a afirmação não é completamente descabida. Quando o relacionamento passa a ser visto como uma tábua de salvação, a tendência é que a pessoa deixe de analisar a situação de modo racional.

Para que isso não aconteça, é fundamental saber separar as coisas. Respeite-se, acima de tudo. Conheça suas limitações e não tente esticá-las apenas para manter um relacionamento obviamente fadado ao fracasso.

Ninguém muda ninguém

Tente enxergar de forma clara a personalidade do outro, seus costumes e a maneira como costuma agir. Tenha em mente que esses hábitos não podem ser modificados por você. Traços de caráter e personalidade são construídos ao longo de muitos anos de vida e um relacionamento (por mais fortes que sejam os sentimentos) não é capaz de mudá-los de uma hora para outra.

Portanto, ao escolher um companheiro para se relacionar, observe a maneira como ele reage a determinadas situações. Se achar que uma ou outra característica te desagrada gravemente, pule fora. Elimine a possibilidade de sofrimento futuro e espere a pessoa certa aparecer.

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