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Amamentação e trabalho

Veja como resolver o dilema de conciliar os afazeres da vida profissional e a alimentação do bebê

em 16/09/2014

Com o fim da licença maternidade, voltar ao trabalho deixa as mamães cheias de dúvidas sobre o bem-estar do bebê. Uma delas é quanto à amamentação e como conciliar os afazeres da vida profissional e a frequência das mamadas.

Com a mamãe longe, o intervalo entre uma mamada e outra se estende, e o bebê precisa se acostumar com isso. O primeiro passo, portanto, é ir mudando a rotina aos poucos.

Uma semana antes de retornar ao trabalho, comece a amamentar o bebê em horários fixos, pensando nos momentos em que você estará disponível para isso.

Pode ser uma mamada pela manhã, outra na hora do almoço, mais uma quando você chega em casa e a última, antes de dormir.

Em alguns casos, quando a mãe fica muito tempo ausente, um recurso é retirar e armazenar o leite. O alimento pode ser congelado e posteriormente aquecido em banho-maria. Assim, o pequeno pode continuar recebendo o leite mesmo na ausência da mãe.

Alimentar o bebê com leite materno supre todas as necessidades de nutrientes e sais minerais da criança, colabora para a formação do sistema imunológico, previne contra doenças, alergias, anemia, intolerância ao glúten e até obesidade. É natural, prático, não custa nada, está sempre na temperatura adequada e pronto para ser consumido.

Já para a mãe, os benefícios da amamentação são a proteção contra a depressão pós-parto, redução da incidência de câncer de mama, ajuda para perder os quilos extras adquiridos na gravidez, evita a osteoporose, reduz a incidência de diabetes pós-gestacional e ainda diminui o tempo que o útero e o os seios geralmente levam para voltar ao tamanho normal.

Além de ser o melhor e mais completo alimento para garantir o crescimento saudável, o ato de amamentar também é um dos gestos mais bonitos que a mãe pode oferecer para o seu filho, é uma forma de aumentar o vínculo entre os dois e transmitir segurança, carinho e amor ao bebê.

Por isso, o leite materno deve ser o único alimento da criança até os seis meses. Mesmo depois deste período, é importante que o aleitamento seja mantido como complemento da dieta o quanto for possível.

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